quinta-feira, 17 de julho de 2014

VOLTAMOS PRA COZINHA!

Acabou a copa.
E, voltamos para a cozinha.
Não aquele SACROSSANTO ambiente familiar, onde os olores e os amores se fundem.
Tampouco o ALQUÍMICO e celestial rincão onde mestres exercem o seu divinal mister, não é mesmo, Aparecido Fernando Della Rosa e Lucas Biondo?
Voltamos para a mais torpe e nefanda acepção metafórica do vocábulo.
O estábulo reservado aos indiferentes.
No trajeto até a agora minha segunda casa, a Terra Litoral, de lá até o romântico café da manhã com a SENHORA DELLA ROSA, a Minha consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, no centro da TERRA DOS ANDRADAS e, no retorno ao seio do FILHO-CÃO, estive em VANS e em ÔNIBUS.
Caminhei por históricas calçadas.
E alojei as alvas e FLÁCIDAS nádegas em conhecidos estabelecimentos da TERRA DA LIBERDADE E DA CARIDADE sem que, por vez alguma, ouvisse EU falar de POLÍTICA!
Leia-se, ELEIÇÃO!
Que se avizinha.
Voltamos para a cozinha.
As manifestações?
Ficaram para as calendas gregas.
Por onde se vá, os BRASILEIRAS e brasileiros seguem como sempre estiveram. Nem lá, nem cá.
E falando mal de todo mundo.
Voltamos para a cozinha.
E, infelizmente, tão somente para os pratos rasos.
E rápidos.
E insossos.
E, mormente, sem REFLEXÃO.
Diga lá, gente minha, cadê a DISCUSSÃO?
Nem POBRES, nem ricos, nem MULHERES, nem homens, nem IDOSOS, nem JOVENS, nem AS e os na flor da idade, ou seja, ELEITOR algum a tratar do mais reluzente e IMPRESCINDÍVEL troféu em disputa neste ano e neste AMADO solo.
Voltamos para a cozinha.
Acabou a copa.
E já começo a sentir saudade do BONÉ do filho seu Neymar.
E das BOCAS e CARAS do senhor FELIPÃO.
Ao menos, nem que fora por ÓDIOS e PAIXÕES tão desmedidos quão irrefletidos, ainda ouvíamos, aqui e acolá, a palavra ELEIÇÃO.
Nem que fosse DEPOIS DA COPA.
Nem que fosse para convidarem a PRESIDENTA ESTADISTA para comer caju.
VOLTAMOS PRA COZINHA!

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