Assistindo ao jogo do time do Meu colega de CAFAJESTAGEM, o tricolor gaúcho.
VINTE E DOIS MINUTOS.
A cada dia, mais orgulho na exposição da cronometragem.
Será que a GENERALA Daniela Thompson esboçará um sorriso bretão?
EU, de Minha parte, ranjo os POUCOS dentes que ME restam.
De ÓDIO!
EU DETESTO a Minha BICICLETA ERGOMÉTRICA.
Com todas as forças que o DIABETES MELITO ME permite reunir.
O RABO NACARADO está cada dia mais dolorido.
Como se um PÉ NA BUNDA houvera EU recebido.
Os joelhos já se referem a MIM como SUA EXCELÊNCIA.
E as costas, bem, falemos de flores.
Uma, em especial.
ROSA.
Vermelha, como convém a um velhinho TARADO.
Em pleno suplício, por alguns minutos daquele aparelho medieval de tortura ME desloquei.
Visualizando o exemplar solitário dessa rainha entre as FLORES DO CAMPO do vaso de PLÁSTICO de R$ 1,99 da sala do SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
Num onírico voo até o LARGO DO AROUCHE, na Minha amada PAULICEIA.
Quantas e tantas madrugadas ali estive em busca de ROSAS.
E ANGÉLICAS.
Que SAUDADE do insuperável olor das ANGÉLICAS!
Tempos de uma ANTA ROSA gorda, física e economicamente.
Tempos IDOS.
De certo, um conhecido FUTUM.
O delicioso FEIJÃO BRANCO do almoço cobrou seu preço.
Trás um ESTREPITOSO traque, um cheiro bem menos NOBRE trouxe-ME de volta à realidade.
Que MALDADE!
Espero haver pelo menos queimado algumas adiposidades.
E maltratado a GLICEMIA.
Delegado DIABÉTICO, ouso antever um CORPO atlético. E estético.
Caminhemos.
Não, PEDALO.
E com a língua mais para fora do que a de SAPO no CIO, NÃO falo.
ESCREVO!
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