Ao reverberante e mavioso som de EDUARDO COSTA, enfeiado pela sua imagem.
Apesar do SUMIDOIRO ar deste dia de uma SECURA de fazer retirante sentir-se um DESAFORTUNADO.
TRINTA E SEIS MINUTOS.
Metade de UMA HORA mais DOZE por cento.
Imaginários 21,9 quilômetros.
Quase VINTE E DOIS MIL METROS!
É, Daniela Thompson, sua PRAGA pegou.
Estou virando um RATO de BICICLETA ERGOMÉTRICA, em que pesem o DESDOURO para a ANTA ROSA e a OJERIZA - sim, essa é a ÚNICA grafia correta para o vocábulo, não obstante os DESLATES com que a visceral palavra é tratada - que nutro por tal aparelho de SUPLÍCIO.
Tudo testemunhado por Flores Andrade, a sogra de OLHOS AZUIS - com o tanto de SOGRAS que tenho, imperioso se faz classificação mais individualizadora -, visita ilustre desta manhã senegalesa.
Dores na BUNDA. E no joelho esquerdo.
"Quod abundat non nocet.", afirmavam os Meus ancestres.
DIABÉTICO e analogicamente MORFÉTICO - permanecer montado e pedalando sem sair do lugar por tanto tempo é uma DESGRAÇA -, dei a Minha palavra - PALAVRA DE DELEGADO - que irei até as últimas consequências no escopo do PESO e da GLICEMIA ideais.
Se tamanha tortura é necessária, EU QUERO É MAIS!
Que fique para os ANAIS. Entendam como melhor lhes aprouver.
Aguentem, CORAÇÃO e PERNAS!
Caminhemos.
Não, PEDALO.
E com a língua quase retirando o SEBO do Meu PROFUNDO - o de todo GORDO parece um túnel do tempo - umbigo, NÃO falo.
ESCREVO!
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