Homem IMPROVÁVEL.
Histriônico DELEGADO!
Histriônico DELEGADO!
Noite de SÁBADO.
TRONO – NÃO ME agrada a expressão VASO SANITÁRIO - do SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
NÃO. Não o posso chamar de PRIVADA.
Quem mora em EDIFÍCIO com mais de DUZENTAS unidades familiares, em lugar ou momento algum GOZA de PRIVACIDADE.
Eis que EU, trás uma MONUMENTAL porção de FEIJÃO com COSTELINHA, PAIO, MAXIXE – EU adoro MAXIXE no feijão – e COENTRO, sento-ME na alva e MAJESTÁTICA poltrona disposto a, em que pese o ARRAIGADO ATEÍSMO, submeter-ME ao diário EXORCISMO.
Lá estou, palavras cruzadas na mão. Dedos cruzados nos pés.
Tudo em nome do AMOR. Tudo no afã de aliviar a dor. Do PARTO.
A faina é árdua.
E ARDIDA.
Como é de conhecimento público, além de ser TARADO POR CUS, sou EU alucinado por PIMENTAS.
Ambos de todas as cores. Matizes. E sabores.
E como NÃO poderia deixar de ser, quando da INGESTA dos SEIS pratos fundos das tais SEMENTES DO FEIJOEIRO, fui PRÓDIGO nas gotas que trazem à vida sabor e ao rabo ardência.
Um URRO.
E ME cago.
Um COLOSSAL volume de MERDA.
Que alivia.
Que irradia FETIDEZ por todo o quarteirão.
Neste ínterim, VOZES no corredor.
De mulher. SEMPRE elas.
Premido pelo DICOTÔMICO processo – atenção ao OLHO DO CU e aos OUVIDOS -, sou invadido por um misto de terror, estupefação e alegria.
Embora OBRAR seja para MIM a mais natural das ações, cada CAGADA tem lá as suas emoções.
Duas senhoras, posicionadas exatamente sob o BÁSCULO – a peça que abre e fecha as janelas BASCULANTES, súcia de PACÓVIOS! – do Meu ALUGADO banheiro, VOCIFERAM em contra do MAU CHEIRO!
E EU, todo ESMERDEADO e ALIVIADO e BEM-HUMORADO, converso com o MEU BOTÃO – como diz a consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, sou o MARCOS PASQUIM da COSTA DA MATA ATLÂNTICA, uma vez que QUASE NUNCA visto camisa, o que ME impede de usar os BOTÕES adequados para pensar -, a ELE endereçando SHAKESPEARIANAS questões.
Será que nem mesmo VELHA gosta do CHEIRO DE BOSTA?
Será que o MEU CU aguenta tanta PIMENTA?
As idosas e a merda se foram.
Silêncio SEPULCRAL.
Assim termina a Minha FÉTIDA e ARDIDA e DIVERTIDA saga ANAL!
TRONO – NÃO ME agrada a expressão VASO SANITÁRIO - do SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
NÃO. Não o posso chamar de PRIVADA.
Quem mora em EDIFÍCIO com mais de DUZENTAS unidades familiares, em lugar ou momento algum GOZA de PRIVACIDADE.
Eis que EU, trás uma MONUMENTAL porção de FEIJÃO com COSTELINHA, PAIO, MAXIXE – EU adoro MAXIXE no feijão – e COENTRO, sento-ME na alva e MAJESTÁTICA poltrona disposto a, em que pese o ARRAIGADO ATEÍSMO, submeter-ME ao diário EXORCISMO.
Lá estou, palavras cruzadas na mão. Dedos cruzados nos pés.
Tudo em nome do AMOR. Tudo no afã de aliviar a dor. Do PARTO.
A faina é árdua.
E ARDIDA.
Como é de conhecimento público, além de ser TARADO POR CUS, sou EU alucinado por PIMENTAS.
Ambos de todas as cores. Matizes. E sabores.
E como NÃO poderia deixar de ser, quando da INGESTA dos SEIS pratos fundos das tais SEMENTES DO FEIJOEIRO, fui PRÓDIGO nas gotas que trazem à vida sabor e ao rabo ardência.
Um URRO.
E ME cago.
Um COLOSSAL volume de MERDA.
Que alivia.
Que irradia FETIDEZ por todo o quarteirão.
Neste ínterim, VOZES no corredor.
De mulher. SEMPRE elas.
Premido pelo DICOTÔMICO processo – atenção ao OLHO DO CU e aos OUVIDOS -, sou invadido por um misto de terror, estupefação e alegria.
Embora OBRAR seja para MIM a mais natural das ações, cada CAGADA tem lá as suas emoções.
Duas senhoras, posicionadas exatamente sob o BÁSCULO – a peça que abre e fecha as janelas BASCULANTES, súcia de PACÓVIOS! – do Meu ALUGADO banheiro, VOCIFERAM em contra do MAU CHEIRO!
E EU, todo ESMERDEADO e ALIVIADO e BEM-HUMORADO, converso com o MEU BOTÃO – como diz a consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, sou o MARCOS PASQUIM da COSTA DA MATA ATLÂNTICA, uma vez que QUASE NUNCA visto camisa, o que ME impede de usar os BOTÕES adequados para pensar -, a ELE endereçando SHAKESPEARIANAS questões.
Será que nem mesmo VELHA gosta do CHEIRO DE BOSTA?
Será que o MEU CU aguenta tanta PIMENTA?
As idosas e a merda se foram.
Silêncio SEPULCRAL.
Assim termina a Minha FÉTIDA e ARDIDA e DIVERTIDA saga ANAL!
Sorria.
Apesar do GERENTE DO BANCO!
Apesar do GERENTE DO BANCO!