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sábado, 29 de março de 2014

RINDO DE MIM!

Homem IMPROVÁVEL.
Histriônico DELEGADO!
Noite de SÁBADO.
TRONO – NÃO ME agrada a expressão VASO SANITÁRIO - do SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
NÃO. Não o posso chamar de PRIVADA.
Quem mora em EDIFÍCIO com mais de DUZENTAS unidades familiares, em lugar ou momento algum GOZA de PRIVACIDADE.
Eis que EU, trás uma MONUMENTAL porção de FEIJÃO com COSTELINHA, PAIO, MAXIXE – EU adoro MAXIXE no feijão – e COENTRO, sento-ME na alva e MAJESTÁTICA poltrona disposto a, em que pese o ARRAIGADO ATEÍSMO, submeter-ME ao diário EXORCISMO.
Lá estou, palavras cruzadas na mão. Dedos cruzados nos pés.
Tudo em nome do AMOR. Tudo no afã de aliviar a dor. Do PARTO.
A faina é árdua.
E ARDIDA.
Como é de conhecimento público, além de ser TARADO POR CUS, sou EU alucinado por PIMENTAS.
Ambos de todas as cores. Matizes. E sabores.
E como NÃO poderia deixar de ser, quando da INGESTA dos SEIS pratos fundos das tais SEMENTES DO FEIJOEIRO, fui PRÓDIGO nas gotas que trazem à vida sabor e ao rabo ardência.
Um URRO.
E ME cago.
Um COLOSSAL volume de MERDA.
Que alivia.
Que irradia FETIDEZ por todo o quarteirão.
Neste ínterim, VOZES no corredor.
De mulher. SEMPRE elas.
Premido pelo DICOTÔMICO processo – atenção ao OLHO DO CU e aos OUVIDOS -, sou invadido por um misto de terror, estupefação e alegria.
Embora OBRAR seja para MIM a mais natural das ações, cada CAGADA tem lá as suas emoções.
Duas senhoras, posicionadas exatamente sob o BÁSCULO – a peça que abre e fecha as janelas BASCULANTES, súcia de PACÓVIOS! – do Meu ALUGADO banheiro, VOCIFERAM em contra do MAU CHEIRO!
E EU, todo ESMERDEADO e ALIVIADO e BEM-HUMORADO, converso com o MEU BOTÃO – como diz a consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, sou o MARCOS PASQUIM da COSTA DA MATA ATLÂNTICA, uma vez que QUASE NUNCA visto camisa, o que ME impede de usar os BOTÕES adequados para pensar -, a ELE endereçando SHAKESPEARIANAS questões.
Será que nem mesmo VELHA gosta do CHEIRO DE BOSTA?
Será que o MEU CU aguenta tanta PIMENTA?
As idosas e a merda se foram.
Silêncio SEPULCRAL.
Assim termina a Minha FÉTIDA e ARDIDA e DIVERTIDA saga ANAL!
Sorria.
Apesar do GERENTE DO BANCO!

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

RINDO DE MIM!

Homem IMPROVÁVEL.
Histriônico DELEGADO!
Manhã desta QUINTA-FEIRA, em plena COZINHA do SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
No afã de fazer um CARINHO para a consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, e, mormente, EGOCÊNTRICO e fã incondicional do jornalismo da RÁDIO BANDEIRANTES que sou, encontrar um MELHOR posicionamento para a antena do RÓSEO aparelho de som.
Instalação de uma PRATELEIRA!
Labor HERCÚLEO para um INEPTO do Meu quilate.
Naturalmente, com o FILHO-CÃO ao lado, LATINDO.
Não bastasse a quase invencível dificuldade com a FURADEIRA emprestada, o pior deu-se no final.
Furos prontos. Parafusos à mão. E eis que descubro que na cabeça de cada um dos SEIS MALDITOS pedaços de aço havia DUAS FENDAS.
DUAS FENDAS!
Em forma de CRUZ. Quiçá para irritar ainda mais este ANOSO DELEGADO ATEU!
Tentei de tudo.
Chave de fenda apropriada. Alicate. A FACA nova da SENHORA DELLA ROSA, que espero, desatenta que é, NÃO se aperceba desse HÓRRIDO detalhe.
TUDO em vão.
SUOR. Ódio. Frustração.
A duríssimas penas, com uma MINÚSCULA chave de fenda que decididamente NÃO foi talhada para as Minhas BELAS e ENORMES mãos, trás DILACERAR ao menos TRÊS DEDOS, soltar uns VINTE PEIDOS e ter a sensação nítida – e COMPROVADA – que um deles MOLHOU a calça do pijama, logrei êxito.
Ou seria ÊXODO?
A PRATELEIRA, naturalmente, ficou TORTA.
Há uma considerável MARCA DE FREADA DE BICICLETA na CUECA.
Que MELECA!
E, corolário, o TRAGICÔMICO desfecho.
Dona MARLI, a mais simpática das faxineiras do ORBE, trazida pelos URROS que entoei devido aos FERIMENTOS nas mãos, chamou-ME à porta.
Zelosa e onisciente, perguntou-ME o porquê de tamanho sofrimento.
Com um BICO do tamanho daquele que Aécio Neves faz quando vê o resultado das pesquisas para a eleição presidencial de 2014, convidei-a para entrar e ver com os próprios olhos.
A FIDALGA senhora fez um muxoxo.
E, com o seu consueto olhar complacente e maternal, disse-ME de chofre que EU deveria ter usado uma CHAVE PHILIPS.
CHAVE PHILIPS?!
Afirmando que a OBRA NÃO ficara TÃO RUIM assim, despediu-se com um sorriso maroto.
CHAVE PHILIPS.
Agora entendo a razão de TANTA MERDA.
A INDIGITADA prateleira servirá para apoiar os PETRECHOS da DEJEJUA.
Sou VELHINHO.
De um tempo em que se tomava LEITE DE MAGNÉSIA DE PHILIPS.
E se CAGAVA À VONTADE!

Sorria.
Apesar do GERENTE DO BANCO!

sábado, 14 de setembro de 2013

RINDO DE MIM!

Homem IMPROVÁVEL.
Histriônico DELEGADO!
Sábado na COSTA DA MATA ATLÂNTICA com jeitão de COSTA DO MARFIM.
Um SOL para cada torcedor do santos – minúsculas propositais - Futebol Clube e umidade relativa do ar tão baixa quanto autoestima de balzaquiana na reunião de MÃES e mestres da escola de RICO dos filhos.
À mesa do SOLAR DA PAZ E DO VENTO – vento? – uma NADA INDICADA FEIJOADA.
Naturalmente acompanhada de MUITA COUVE mineira - as MINEIRAS são IDEAIS para serem COMIDAS - e uma travessa de salada de despertar ciúmes de um LEPORINO conselho de notáveis.
Duas escumadeiras de ARROZ INTEGRAL.
Folhas aos borbotões.
E CINCO conchas do ebâneo feijão.
Duas costelinhas e – MALDITA GENÉTICA – UMA fatia de linguiça.
Um exemplo de VELHINHO DOENTE. De DELEGADO DIABÉTICO.
Nada pode ser tão ruim que NÃO haja espaço para o deterioro.
Hora e meia depois, refestelado na ALCOVA com o astro rei vespertino a vergastar o decadente barrigão, uma PONTADA no abdome.
CÓLICAS, penso.
Vã esperança.
Um TONITRUANTE PEIDO despede-se das Minhas entranhas.
Sensação de alívio.
Ousado e BEM-HUMORADO, tomo a mais BEÓCIA das decisões. E, corolário, a ponho em prática.
PEIDAR de novo, Meu povo.
Olvidando-ME da dieta de COELHO. Da hiperdosagem de VERDE E ROSA ALFAFA DE ANTA que hoje domina o Meu HERBÓREO cardápio.
Rico em FIBRAS. Diria EU, em homenagem ao Mais nobre dos ORIFÍCIOS humanos, FIBRAS ÓPTICAS, se é que vocês ME alcançam.
Tão logo dou início à PERISTALSE, uma dúvida ATROZ e ATRÁS toma conta de MIM.
PEIDO MOLHA?
Em tempos de BICICLETA ERGOMÉTRICA, a cada vez mais folgada bermuda conta com um NOVO e ESCATOLÓGICO adereço.
MARCA DE FREADA NO CAVALO.
ANTA ROSA e BURRA!
Sorria.
Apesar do GERENTE DO BANCO!