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domingo, 31 de agosto de 2014

"CÃOMINHADA" FAMILIAR!

A VIDA COMO ELA É!
Yghor Bhoris Andrade Della Rosa e seu pai ANTA ROSA, qual seja, EU, partiremos em breve numa caminhada rumo à "CÃOMINHADA".
A se julgar pelos primeiros atos de cada um dos DELLA ROSA nesta ensolarada manhã, posso antever uma lírica comunhão familiar.
Como sempre afirmo, TAL FILHO, TAL PAI.
EU, apaixonado que sou por ele e gripado como uma vaca que estou, irei TOSSINDO E RINDO.
ELE, soberano como sói ser e depois do impressionante TÓTEME de matéria fecal que acaba de no meio da sala fazer, CAGANDO E ANDANDO.
E, naturalmente, MULHER que é e como tal SER HUMANO MELHOR, a MAMÃE Cristiane Andrade, cumprirá o seu fulcral papel nesta jornada.
Acompanhar-nos. Quero crer - não obstante o meu ARRAIGADO ATEÍSMO - que a SENHORA DELLA ROSA assim o fará algo MEDITABUNDA e algo FELIZ.
Trocando passos, e a um só tempo pensando, "ONDE AMARREI MEU BURRO?" e "QUE MERDA QUE EU FIZ!"
Bom-dia e AU-AU, BRASIL!

sábado, 29 de março de 2014

RINDO DE MIM!

Homem IMPROVÁVEL.
Histriônico DELEGADO!
Noite de SÁBADO.
TRONO – NÃO ME agrada a expressão VASO SANITÁRIO - do SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
NÃO. Não o posso chamar de PRIVADA.
Quem mora em EDIFÍCIO com mais de DUZENTAS unidades familiares, em lugar ou momento algum GOZA de PRIVACIDADE.
Eis que EU, trás uma MONUMENTAL porção de FEIJÃO com COSTELINHA, PAIO, MAXIXE – EU adoro MAXIXE no feijão – e COENTRO, sento-ME na alva e MAJESTÁTICA poltrona disposto a, em que pese o ARRAIGADO ATEÍSMO, submeter-ME ao diário EXORCISMO.
Lá estou, palavras cruzadas na mão. Dedos cruzados nos pés.
Tudo em nome do AMOR. Tudo no afã de aliviar a dor. Do PARTO.
A faina é árdua.
E ARDIDA.
Como é de conhecimento público, além de ser TARADO POR CUS, sou EU alucinado por PIMENTAS.
Ambos de todas as cores. Matizes. E sabores.
E como NÃO poderia deixar de ser, quando da INGESTA dos SEIS pratos fundos das tais SEMENTES DO FEIJOEIRO, fui PRÓDIGO nas gotas que trazem à vida sabor e ao rabo ardência.
Um URRO.
E ME cago.
Um COLOSSAL volume de MERDA.
Que alivia.
Que irradia FETIDEZ por todo o quarteirão.
Neste ínterim, VOZES no corredor.
De mulher. SEMPRE elas.
Premido pelo DICOTÔMICO processo – atenção ao OLHO DO CU e aos OUVIDOS -, sou invadido por um misto de terror, estupefação e alegria.
Embora OBRAR seja para MIM a mais natural das ações, cada CAGADA tem lá as suas emoções.
Duas senhoras, posicionadas exatamente sob o BÁSCULO – a peça que abre e fecha as janelas BASCULANTES, súcia de PACÓVIOS! – do Meu ALUGADO banheiro, VOCIFERAM em contra do MAU CHEIRO!
E EU, todo ESMERDEADO e ALIVIADO e BEM-HUMORADO, converso com o MEU BOTÃO – como diz a consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, sou o MARCOS PASQUIM da COSTA DA MATA ATLÂNTICA, uma vez que QUASE NUNCA visto camisa, o que ME impede de usar os BOTÕES adequados para pensar -, a ELE endereçando SHAKESPEARIANAS questões.
Será que nem mesmo VELHA gosta do CHEIRO DE BOSTA?
Será que o MEU CU aguenta tanta PIMENTA?
As idosas e a merda se foram.
Silêncio SEPULCRAL.
Assim termina a Minha FÉTIDA e ARDIDA e DIVERTIDA saga ANAL!
Sorria.
Apesar do GERENTE DO BANCO!

domingo, 23 de fevereiro de 2014

STAND-UP PADDLE TWO!

The day AFTER!
Exatamente meio-dia.
Segundo o tal DIVINUM OFFICIUM, a hora que Pedro saiu no terraço para orar, tendo uma visão.
EU, que sou ÍMPIO e sou PAULO, saí do berço e fui até o banheiro dar um CAGÃO.
Sob a luz da verdade, julgo EU que nem Pedro, nem PAULO, lograram êxito nas suas missões.
Ele, por impedimentos de ordem racional.
Visões são tão fartas quanto MÍTICAS no tal FABULOSO livro mais vendido do mundo. 
EU, confesso, prefiro de longe o KAMA SUTRA, o instigante e hiper-hedônico e indiano KAMASUTRAM!
E PAULO, esse que vos brinda com estas lamuriantes palavras, NÃO defecou por impedimentos FÍSICOS.
Os BASTANTES TOMBOS dos quais fui protagonista, presenciados pelo queridoAlessandro F. Carvalho por volta do meio-dia de ontem, cobram o seu preço.
À vista!
Dói TUDO em MIM.
Em especial, a BUNDA.
O que dificulta sobremaneira a prazenteira e IMUNDA ação de evacuar.
Não consigo nem sequer no TRONO ME sentar.
E, por mais que a Minha autoestima e o Meu BOM HUMOR estejam sempre nas nuvens, o que ME resta de dignidade - CAFAJESTES como EU soem ter pouca - impede-MO - MO, adoro MO, coisa de PESSOA, o melhor dos Fernandos! - de CAGAR EM PÉ.
Quiçá para não denegrir a poética imagem dos Meus LINDÍSSIMOS PÉS!
Um dia depois.
Trás a inebriante experiência de SINGRAR os mares, ainda que haja sido por TRÊS SEGUNDOS e CATORZE CENTÍMETROS, vivencio - perdoem-ME o trocadilho - uma avassaladora RESSACA.
Física, sim.
E, corolário das dores, MORAL.
Empolgado com a deliciosa FAINA, dediquei-ME ao sôfrego prazer de pesquisar valores da tal PARADÍSICA PRANCHA pelos desvãos da internet.
Há preços para todos os bolsos.
À exceção dos MEUS!
Creiam-ME - que opção verbal ridícula para um EMPEDERNIDO ATEU! -, este é um ESPORTE ELITISTA!
Sempre mantive claras as Minhas tendências políticas para a esquerda.
Talvez para ME manter em sintonia com a PISTOLA DO DELEGADO, cuja GLANDE - a própria é PEQUENA - costuma repousar à BOMBORDO do saco, se é que vocês, PARVALHÕES, ME entendem.
No bojo - adoro TETAS! - desta SINISTRA convicção, conclamo os políticos a refletir sobre o lançamento de uma BOLSA-TRANSATLÂNTICO.
Bem aqui, no PINDORAMA, abençoado que é pelas águas do ATLÂNTICO SUL.
Os RICOS, a parte SUÍÇA da "SUGANDA" tupiniquim, que tanto praguejam em contra das atitudes ASSISTENCIALISTAS - claro que SE, e somente SE, elas tenham como endereço a PLEBE -, usariam-na para NOVAS viagens ao exterior.
Assim, como já ocorre, auxiliariam a DESTRUIR o BRASIL que tanto AMO, comprando, compulsiva e estupidamente, quaisquer cacarecos gringos, arruinando de vez a Nossa balança comercial.
E a Nós, os brasileiros da porção ugandense da "SUGANDA" tropical, os POBRES, seria facultada a opção de Nos tornarmos todos Kadus Moliternos e Paulas Tolleres, vale dizer, MENINAS e MENINOS do RIO.
Com o plus de optarmos por navegar - que segundo o supramencionado gênio É PRECISO - pelo MAR!
À bordo de uma STAND-UP PADDLE BOARDING tão colorida, tão imponente, tão inesquecível e tão CARA quanto a do MESTRE ALÊ, homem de mil talentos, notadamente UM, o de começar a FALIR o negócio do VELHINHO SALAZAR, o querido e JURÁSSICO Picuruta Salazar, já que o DILETO ALESSANDRO, mercê da sua generosidade, NADA cobra para distribuir tamanha MAGIA.
Tudo na FAIXA!
Não consigo fazer alusão a esse vocábulo sem ME lembrar do Meu CARÍSSIMO AMIGO Renato Saddi, o mais ENCANTADOR dos cruz-maltinos.
Um dia se passou.
Ficaram as DOCES lembranças.
E os HEMATOMAS das lambanças.
Como na TERRA BRASILIS tudo acaba em pizza, daqui do SOLAR DA PAZ E DO VENTO, inicio uma PASSEATA, para deixar claro a Minha OPOSIÇÃO ao STATUS QUO.
Paro aqui de gastar o Meu LATIM, e, com uma VASSOURA na mão, como se fora um REMO DE CARBONO, dirijo-ME ao BANHEIRO para uma URGENTE assepsia.
Diferentemente de MIM, o FILHO-CÃO, YGHOR BHORIS DELLA ROSA, que NÃO está nem aí para a CONSTIPAÇÃO paterna, soltou o BARRO.
Tanto, tanto, que ME fez lembrar uma ILHA.
A ILHA URUBUQUEÇABA.
E, exatamente agora, esta CAGADA e HISTÓRICA história ACABA!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

RINDO DE MIM!

Homem IMPROVÁVEL.
Histriônico DELEGADO!
Rodoviária do JABAQUARA.
Início da tarde de ONTEM.
Todo CASTIGO para CORNO é pouco.
Cólicas intestinais.
Seguramente, um efeito colateral dos exageros cometidos durante a ceia na adorável MANSÃO DOS THOMPSON.
Passagem de retorno comprada. Vintes minutos livres.
Banheiro circular. Sim, uma estrutura interessante. Vários boxes com vasos sanitários apontando para um eixo imaginário, onde se encontram pias e o papel toalha.
Entro.
Sento-ME.
E CAGO.
Absolutamente tranquilo. Mais de CINCO quilos.
Como diria o escatológico, BOSTA para toda a esquadra inglesa ver. Que ME perdoe o amigo PETER pela bretã analogia.
Uma olhadela para o relógio de CINCO REAIS recém-vindo da VINTE CINCO DE MARÇO.
Restam-ME CINCO MINUTOS.
Tranquilo.
Eis que a odisseia tem início.
NÃO HÁ PAPEL HIGIÊNICO!
Penso.
Logo, existo.
Dobro a pança ora vazia e estico o pescoço o mais que posso.
Perscruto com a vista cansada o ambiente.
ALVÍSSARAS!
Talvez pelo frio, talvez pelo horário, talvez em razão da Minha adoração por CUS e o Meu seja virado para a LUA, NÃO há viva alma ali.
Decido. Intrépido que sou. ESMERDEADO que estou.
Com os joelhos dobrados e o rabo MELADO, caminho a passos de PATO DONALD até o PAPEL TOALHA, a poucos metros de MIM.
Agarro o agente de asseptização.
Sorrio. O sorriso dos RICOS. Dos VENCEDORES. Dos BEM CAGADOS.
Eis que o inimaginável ocorre.
Logro uma limpeza COMPLETA.
Eficiente.
Digna de alguém que fez uso do TRONO. Digna de um REI.
Outra olhadela para o relógio de origem duvidosa.
Dois minutos para a saída do coletivo que ME devolveria ao SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
Lavo as mãos. Novo sorriso.
E busco a passagem no bolso da camisa.
Ei-la. Endereço-lhe um olhar blasé. Qual seria o número da POLTRONA onde o Meu agora LIMPO CU repousaria até a chegada à Terra do FIDALGO Martim Afonso?
PAVOR!
NADA VEJO.
Os óculos, grito!
Tateio BOLSOS. Uma. Duas. Inúmeras vezes. NADA!
NÃO!, penso.
Sim. Infelizmente, comprovo.
O PIOR havia ocorrido.
Quando da esticadela do pescoço minutos atrás, ELES, companheiros inseparáveis deste PRESBRITA EMETROPE há mais de DEZ ANOS, haviam caído do bolso.
E, corolário das desgraças e vicissitudes humanas, no INTERIOR da PRIVADA.
Que, somente neste instante, percebo ainda LOTADA DE MERDA!
No afã da LIMPEZA PESSOAL, olvidara-ME EU de premer o botão que chamo de VÁ, SATANÁS!
Cabisbaixo e totalmente deprimido, tomo a ASQUEROSA e DORIDA decisão.
Respiro FUNDO, estico a MÃO DIREITA e APERTO O BOTÃO.
Vá, SATANÁS. E leve consigo a MINHA VISÃO!
Corro. Quase morro.
E alcanço a condução.
Com o CU NA MÃO!
Sorria.
Apesar do GERENTE DO BANCO!