segunda-feira, 21 de julho de 2014

POUCAS E ARREPENDIDAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Aos CINQUENTA E UM ANOS E MEIO de idade, um Homem, IMPROVÁVEL ou não, JAMAIS deve comer TANTA FEIJOADA com TANTA PIMENTA.
No dia seguinte, a vida se resume ao SENTA E LEVANTA do trono. Acompanhado de uma ARDÊNCIA que NÃO se aguenta!

domingo, 20 de julho de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
DOCE DE MULHER!

Não sei que gosto teria se como é não fosse.
Sei que não vivo mais sem o seu gosto doce.

POUCAS E PLANGENTES PALAVRAS!

DUAS FRASES!
DELEGADO POETA
JAMES GARNER morreu. Antes ele do que EU!
O mundo jamais será tão chique. Obrigado por tudo, Meu herói MAVERICK!

POUCAS E FESTIVAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Para celebrar o DIA INTERNACIONAL DA AMIZADE, os DELLA ROSA tostando os UMBIGOS!
Consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, FILHO-CÃO, Yghor Bhoris Andrade Della Rosa, e esta ANTA ROSA que lhes escreve estas sempre mui bem traçadas linhas, em familiar caminhada, ida e volta, desde a DIVISA até a Praça 21 IRMÃOS AMIGOS!

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
ALMA LAVADA!
Lágrimas de mágoas.
Vão-se as más águas.
Como águas salgadas.
De lágrimas sagradas.

POUCAS E FAMINTAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
DELEGADO POETA
NÃO contem comigo hoje para NADA.
GLUTÃO e malemolente, fica a motivação evidente. No SOLAR DA PAZ E DO VENTO, neste DOMINGO modorrento, é dia de FEIJOADA!

sábado, 19 de julho de 2014

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
CORES E AMORES!

Girassóis.
Nós.
Na feira.
União estável.
Verdadeira.

Rosas vermelhas.
Centelhas.
De paixão.
Entre as barracas.
Comoção.

Flores do campo.
Espectro amplo.
Unicidade.
Sem barreiras.
Cumplicidade.

Semanal ramalhete.
Urros em falsete.
Indecência.
Fluidos e olores.
Transcendência.

Inebriante rotina.
Que ensina.
E purifica o ar.
Onírico paraíso.
Nosso lar!

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
PLANGENTE REBELDIA!

Chuva de corpos.
Conceitos tortos.
Atitude de porcos.
Destruição.

A humana pequenez.
Foram a bola da vez.
A desgraça se fez.
Prostração.

Interesses mesquinhos.
Sangue em vez de vinhos.
Calaram-se vozes e pinhos.
Consternação.

Um míssil corta o ar.
Sonhos deixam de avoar.
Assassínio do verbo amar.
Chão.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

POUCAS E VENERADORAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Dia do TROVADOR. Ouso, aqui, assinalar a minha homenagem.
"As palavras se me vão.
Diante deste repto.
Perdão. Sou eu inepto.
Clamo-lhes por rendição!"

FALE, POETA!

Carinhos deste HOMEM IMPROVÁVEL!
Publicado na página DELEGADO POETA.
VALEU, MANDELA!

De supetão, a cama fez-se catre. Prisão
Um nó na garganta. Uma dor profunda.
Lágrimas. Desconforto. Estranha comoção.
A mente de informações se inunda.

Busco o início. A senda. A centelha.
O DIREITO!
Pais analfabetos. Infância dura. Determinação.
O liame. Agora posso. Dito e feito.

Comparações? Jamais!
Sou ente menor. Sem brilho. CAUCASIANO.
Ilações. Reflexões. Emoções.
Isto basta para falar de um grande ser humano.

DIREITO!
Que virou as costas a um parceiro.
Servil, serviu à odienta tirania.
Débil, capitulou frente ao guerreiro.

De que servem grades para um semideus?
Mercê de leis espúrias, trancas nas portas.
Implodindo a ética. Esmigalhando a justiça.
O tempo e vento ensinam. Letras mortas.

Armou-se de seu melhor sorriso.
Fez uso da invencível calma.
E de uma fé inabalável na sua crença.
Quanta nobreza, quanta beleza na alma.

A história seguiu seu rumo.
Regida que é pela inarredável evolução.
A dor. O sofrimento. As privações.
Tudo isso, e muito mais, virou canção.

A noite parece-ME infinda.
E uma vez mais, SUA ajuda enquanto escrevo.
Não sei dizer se superarei a perda.
Que privilégio haver sido SEU coevo.

Em sua memória, o universo cala.
Desprezível e vergonhoso apartheid.
De joelhos, suplico-lhe desculpas.
Em Meu nome. E de toda humanidade.

Vão-se os degredos. Ficam os papéis.
A eternidade é a SUA sina.
Carinegro. Afronegro. NEGRO.
Arco-íris. Multicor. Que até na morte ensina.

Adeus, MADIBA.
Na verdade, até mais ver.
SEUS atos, sua luta, NÃO passarão em branco.
Depois e por causa de você ficou mais fácil viver.

Força alguma vence a verdade.
Para MIM, esse foi o seu maior legado.
Sim, SENHOR, havemos sempre de levantar.
Seja qual for o tombo. Ou o pecado.

Apago todas as luzes.
Concentro-ME no computador.
E novamente você ME socorre.
Que bobagem dar importância à cor.

O essencial é invisível aos olhos.
Conquanto, afeito ao coração.
As lágrimas secaram.
Ateu, entoo um mantra. E a derradeira oração.

Muito obrigado, HOMEM GIGANTE.
De repente, fica claro. Uma estrela na janela.
O sono chega. A angústia se esvai.
Um dia houve NELSON MANDELA!