Mostrando postagens com marcador MEU SAUDOSO PAI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MEU SAUDOSO PAI. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de agosto de 2014

FALE, POETA!

Publicado na página DELEGADO POETA.
www.delegadopoeta.com.br
DIA DOS PAIS!

Dez de agosto.
Sentimentos opostos.
Efeitos desse dia.
Verve ou ousadia?
Carregando nas cores.
Citando amores.
Sei que me socorro das palavras.
Do texto de Minha lavra.
Para não chorar.
Para respirar.
No afã de afugentar as dores.
Contando amores.
Do que vivo ficou.
Por aquele que morreu.
Levando muito do meu eu.
Revivido nas saudades que deixou.
Dois PAULOS. Duas flores.
Cantando amores.
Rosas. Dele. Minhas. Dela.
Della Rosa. Lágrimas na aquarela.


sábado, 9 de agosto de 2014

FALE, POETA!

Publicado na página DELEGADO POETA.
www.delegadopoeta.com.br

DIA DOS PAIS!

Neblina.
Mal distingo a esquina.
A alma, uma menina.
A remoer dores desta sina.

Menina com olhos de mel.
Que traz na boca o gosto do fel.
Que se socorre do papel.
Como a rogar ao céu.

Alma de menina forte.
Que merecia melhor sorte.
Onde não cicatriza o corte.
O lanho da sua morte.

Eis que surge o sol.
Move-se como um girassol.
Fugindo do aranhol.
Seria um novo farol?

A bruma se esvai.
O aperto no peito sai.
A pressão arterial cai.
Visualizo MEU PAI.

Entre os raios cálidos.
Entre os planos válidos.
EU, de um róseo-pálido.
Na verve, esquálido.

Inspirado pelo calor.
Anestesiado pela dor.
ELE, sempre um fulgor.
Um TÓTEME. Meu AMOR.

Resta apenas um dia.
Da Sua geração somente as TIAS.
Não era EU. Tampouco ELE. Miragens frias.
De supetão, tudo volta ao normal. Sua cadeira vazia!


terça-feira, 24 de junho de 2014

POUCAS E HILÁRIAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
MAMA, Itália!
Que ME perdoe PAPAI, mas NÃO resisti à piada. Adiós, ¡MAMMA ITALIA!

domingo, 11 de agosto de 2013

FALE, POETA. EDIÇÃO ESPECIAL. DIAS DOS PAIS!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"DIA DOS PAIS!
Onze de agosto.
Sentimento oposto.
Efeitos deste dia.
Verve ou ousadia?
Sei que ME socorro das palavras.
Do texto de Minha lavra.
Carregando nas cores.
Dois PAULOS. Duas flores.
Rosas. Dele. Minhas. Dela.
DELLA ROSA. Lágrimas na aquarela.”
Aos que sabem dar valor.

sábado, 10 de agosto de 2013

TRINTA LINHAS!

Como os PROFESSORES gostam.
E EU sempre RESPEITEI professores e professoras.
E SEMPRE fui TARADO POR ELAS!
Sábado. Sons e olores tão comuns. Tão estimulantes. Tão caros.
Até o plúmbeo céu tem lá os seus encantos.
Não fora hoje véspera do DIA DOS PAIS.
Com o perdão do trocadilho, a própria FEIRA, não cheira, nem fede.
E o pastel repleto de queijo – sim, é recheado na hora e EU tenho o privilégio de ser amigo do responsável por tão imprescindível mister – parece-ME insosso.
Não há música no SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
Estou apagado. Deprimido. Sorumbático. Em desertificação.
PAULO DELLA ROSA.
Foram tão somente NOVE ANOS de convívio. E SEIS de lembranças.
E QUARENTA ANOS, SEIS MESES E VINTE E SETE DIAS de desesperantes saudades.
Por certo, PAPAI esteve a anos-luz de ser o IMACULADO HERÓI que Lhe creio. De ser tão PERFEITO. Tão GENIAL. E, mormente, tão INFALÍVEL.
Ser humano algum o poderia ser.
Às favas com a lógica. Com o razoável. Com os estreitos limites dos MORTAIS.
ELE morreu.
Ainda sinto o derradeiro carinho recebido. Um estalado beijo exatamente ao nascer do ano de 1973. Acompanhado de cinco inolvidáveis palavras.
EU AMO VOCÊ, MEU FILHO!
Deu-se a internação no nosocômio. E, trás TREZE DIAS sem que EU NÃO pudesse nem sequer o ver, a PASSAGEM.
O mundo NUNCA mais foi o mesmo. O MEU MUNDO CAIU. E EU não sou capaz de levantar. Tampouco fui de SER PAI.
Saiba, PAPAI, que aprendi a sofrer. Aprendi a aceitar. Aprendi a viver.
Só NÃO sei – e nunca o soube – o que fazer com as SAUDADES. E choro.
Carrego a CERTEZA de que EU nunca serei o melhor PAULO DELLA ROSA.
E, por mais incrível que isso possa parecer, FESTEJO!
Os limites EDIFICAM.
E as NARRATIVAS FICAM!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"MATERNAL CONSOLO!
Cesto de lembranças.
Cesta vazia.
Sexto sentido.
Sexta-feira.
Ausência.
Doença.
Vento noroeste.
Sufocação.
Memória.
Presença.
Saudades.
Quarenta anos.
Desenganos.
Contrição.
Estranha sensação.
Dois dias.
Ironia.
Agonia.
Seu filho.
Tal PAI.
Cinquenta anos.
Superando planos.
Tantos enganos.
Genitor.
Progenitor.
Criador.
Ser o PAI cortado.
Ter o PAI alcaide.
PAI.
Por quê?
PAI.
Tão cedo.
PAI.
Tenho medo.
Alvorecer.
Renascer.
Chega de dor.
Raios de sol.
Carinho de MÃE.
Da mãe natureza.
Adorável certeza.
VIVE.
Dentro de MIM.
VIVO.
VIVA!”
Aos que sabem dar valor.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

FALE, POETA! EDIÇÃO ESPECIAL. PAULO DELLA ROSA. MEU PAI!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"DE NOVO. NÃO!
Mal faz.
Malfez.
Tantos anos atrás.
Toda vez.
Tristeza que não se esvai.
Dor que do peito não sai.
A ficha não cai.
Por quê, PAPAI?
Quarenta anos.
Nove para dez anos.
Tantos planos.
Maior dos desenganos.
Na madrugada, a prosa.
Lindo. Grisalho. Cheiroso. Charmoso.
Nos seus braços. Tão gostoso.
PAULO DELA ROSA.
Pecou no vaticínio.
Legou-ME a dor.
O Meu maior AMOR.
Impôs-ME o escrutínio.
Antevia-ME na presidência.
Chamava-ME de PAULUCCIO.
A passagem. O fim. Maldito bruxo.
No coração e na mente. Transcendência.
Etérea e substantiva lembrança.
Antítese pura. Paradoxal.
Para MIM, sempre o tal.
Faz do Homem, criança.
A data se aproxima.
Imaginação? Verdades?
Difícil ME manter para cima.
São doridas as SAUDADES.
DIA DOS PAIS.
Pai que quase não tive. Que não soube ser.
Renovam-se os ais.
Penso em morrer."
Aos que sabem dar valor.