Não há limites para a degradação humana.
Mercê do AMARELECIDO tom da Minha certidão de nascimento, concentro os Meus ROLEZINHOS nos laboratórios de análises sanguíneas.
Descobri-ME DIABÉTICO.
Trás a acachapante POBREZA e a inarredável VELHICE.
Desde então, com religiosa assiduidade, entrego-ME ao desprazer da PICADURA.
Padeço, desde a puerícia, de AICMOFOBIA.
O que torna tal prática ainda mais torturante. Aterrorante. E, DETESTÁVEL.
Não contente com a imputação de tão devastador OPRÓBRIO, a medicina - na pessoa de um dos seus PRÓCERES, o excelso Marco Paulo Reynol -, determinou que EU ME submetera a mais uma das suas maldades.
EXAME DE FEZES!
Como NÃO poderia deixar de ser, DEU MERDA!
Afirmo, sem medo de possíveis e prováveis retaliações.
NINGUÉM com um CU decente pode acertar a BOSTA exatamente no interior daquele POTINHO!
NINGUÉM!
Preparei-ME.
Medições e meditações foram levadas a cabo, com o perdão do trocadilho.
Na mente, a nada AUSPICIOSA indicação da gentil - como pode uma pessoa manter a AFABILIDADE sendo responsável por entregar e, mal maior, receber os tais COLETORES? - atendente que MO - MO, adoro PESSOA - entregou o tal POTINHO.
"A PRIMEIRA DA MANHÃ!"
Que BOSTA!
De manhã, todos os CUS são pardos. Creio - horrível tal inflexão verbal! - que os CUS sejam PARDOS todo o tempo. O tempo todo.
E, além de pardos, ASSONADOS.
Escurecendo, com o perdão da ilação, ainda mais o CENÁRIO.
Disciplinado, este ANOSO e MAZELENTO delegado assim o fez.
CAGUEI!
Todo torto.
O POTINHO como porto.
Um cheiro de peixe, carnes, verduras, grãos, arroz integral e outras iguarias HIPOGLICÊMICAS.
Que a despeito do BAIXO potencial dulcífero, carregam um odor MORTÍFERO.
O CU absolutamente centrado.
O DELEGADO, ridiculamente DOBRADO.
O POTINHO - maldito! -, LAMENTÁVEL e IRREMEDIAVELMENTE, cagado.
MERDA pra todo lado.
Menos UM!
O lado de DENTRO!
Com a coluna e o MORAL em frangalhos, troco alho por bugalhos.
Desisto da INEPTA pazinha.
Solto um urro medonho e, tomado por inaudita intrepidez, ataco a BOSTA de uma só vez.
E com a MÃO DIREITA.
Se bem que, antevendo as vicissitudes, houvera EU adentrado o banheiro com o PÉ DIREITO. O que de nada serviu.
SER VIL, agarro o fétido e amorfo pedaço de COCÔ e, procurando olvidar-ME da nobilíssima condição de AVÔ que pompeio, quebro aquele troço de FEZES no meio e enfio no buraco.
NÃO, PACÓVIOS!
Não foi no buraco que lhes veio à cabeça, notadamente cheia de merda.
No POTINHO!
Com a deliciosa sensação do dever cumprido, faço uso do papel higiênico e ME entrego à prazenteira ASSEPSIA do COFRINHO.
POTE DE MERDA em mãos, respiro fundo e, apoiado na IMANE generosidade da consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, BERRO do FUNDO do Meu ser pela sua presença.
Eis que à soleira do ambiente onde reina a PRIVADA, surge a PÚBLICA figura dessa HONORÁVEL servidora municipal.
MÃE, na essência.
Sigo, tocando os píncaros da indecência.
Estendo o braço DIREITO em sua direção e sou DIRETO.
Ela, que há de sempre carregar as DELÍCIAS e as AGRURAS do seu ÚNICO parto, custa a acreditar no que ouve.
Resiliente, aquiesce com um esgar.
Penso EU que com vontade de vomitar.
Como a SENHORA DELLA ROSA iria nesta fatídica manhã levar a sua PICADURA - já levara outras pela madrugada -, entendeu de pronto o EPIMÍTIO contido na Minha oral e cifrada mensagem.
Leve para MIM, por favor. Quem pariu MATHEUS que o EMBALE!, disse EU.
Um cafajeste CAGÃO.
Um BEM-HUMORADO ateu.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
POUCAS E DEVASTADORAS PALAVRAS!
DUAS FRASES!
O Meu amado FILHO-CÃO, o insubstituível YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA - OXALÁ NÃO seja por demais sério -, está ferido.
Sua PATA DIANTEIRA DIREITA sofre pela INSENSIBILIDADE de alguém desconhecido. E o Meu coração lateja. Plangente e DORIDO!
O Meu amado FILHO-CÃO, o insubstituível YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA - OXALÁ NÃO seja por demais sério -, está ferido.
Sua PATA DIANTEIRA DIREITA sofre pela INSENSIBILIDADE de alguém desconhecido. E o Meu coração lateja. Plangente e DORIDO!
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CORAÇÃO DE PAI,
DELEGADO EMOCIONADO,
FILHO AMADO,
MEU CÃOZINHO
CORNO NO FORNO!
REPTO baseado no projeto PAI DA NOIVA do sofrível MAIS VOCÊ e MENOS NEURÔNIOS da Ana Maria Braga.
O protagonista, em vez de LOURO e JOSÉ, é MORENO, ANTA e ROSA!
Hei de DERRETER as gordurinhas. E VENCER o DIABETE tipo 2.
Dados iniciais colhidos na presença – e sob o testemunho juramentado – da consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, e de Maria de Lourdes dos Santos, na delicada condição de MÃE do MAZELENTO, em 16 de AGOSTO de 2013.
PESO: 105,8 kg. BARRIGA: 115 cm. GLICEMIA: 429.
O protagonista, em vez de LOURO e JOSÉ, é MORENO, ANTA e ROSA!
Hei de DERRETER as gordurinhas. E VENCER o DIABETE tipo 2.
Dados iniciais colhidos na presença – e sob o testemunho juramentado – da consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, e de Maria de Lourdes dos Santos, na delicada condição de MÃE do MAZELENTO, em 16 de AGOSTO de 2013.
PESO: 105,8 kg. BARRIGA: 115 cm. GLICEMIA: 429.
Manhã de 04 de FEVEREIRO de 2014. CENTÉSIMO SEPTUAGÉSIMO TERCEIRO DIA.
PESO: 87,8 kg. BARRIGA: 99 cm. GLICEMIA: 120.
PESO: 87,8 kg. BARRIGA: 99 cm. GLICEMIA: 120.
O PESO! Mantendo-se na casa dos OITENTA E SETE QUILOS! 87,8!
A CINTURA. Em 99. NOVENTA E NOVE centímetros. ATEU empedernido, ponho FÉ nos ABDOMINAIS. Já são SEISCENTOS!
A TAXA DE AÇÚCAR NO SANGUE em 120. Incansável batalha. Haja força!
A CINTURA. Em 99. NOVENTA E NOVE centímetros. ATEU empedernido, ponho FÉ nos ABDOMINAIS. Já são SEISCENTOS!
A TAXA DE AÇÚCAR NO SANGUE em 120. Incansável batalha. Haja força!
TODO CASTIGO PRA CORNO É POUCO!
Exercícios de TUAREGUE.
FOME de louco.
Ao projeto, ENTREGUE!
Exercícios de TUAREGUE.
FOME de louco.
Ao projeto, ENTREGUE!
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
POUCAS E CHAMUSCADORAS PALAVRAS!
DUAS FRASES!
A INTREPIDEZ sempre foi a marca registrada deste ANOSO e MAZELENTO e NACARADO delegado.
Calor infernal. À mesa, FEIJÃO branco. Carreguei na PIMENTA. Bunda-Mole, EU? Jamais! O Meu CU arde, mas AGUENTA!
A INTREPIDEZ sempre foi a marca registrada deste ANOSO e MAZELENTO e NACARADO delegado.
Calor infernal. À mesa, FEIJÃO branco. Carreguei na PIMENTA. Bunda-Mole, EU? Jamais! O Meu CU arde, mas AGUENTA!
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CALOR SENEGALESCO,
CU EM CHAMAS,
DELEGADO GLUTÃO,
DELEGADO MACHO,
TEMPORADA DE VERÃO
FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“NÓ SOLAR!
Do guerreiro, o repouso.
Ao menino, colo.
Nas incertezas, à mão.
Conjunção do imprescindível e do belo.
Ao menino, colo.
Nas incertezas, à mão.
Conjunção do imprescindível e do belo.
Parte que se faz todo.
Lava de inimagináveis proporções.
Marola e tsunami.
Confluência do real e da magia.
Lava de inimagináveis proporções.
Marola e tsunami.
Confluência do real e da magia.
Regalo comparável à maturidade.
Diuturna e tocante lição.
Lua cheia. Luvas novas.
Contraste entre as trevas e a luz.
Diuturna e tocante lição.
Lua cheia. Luvas novas.
Contraste entre as trevas e a luz.
Benfazejo e refrescante hálito.
Sonho em vívidas cores.
Doçura que a tudo imanta.
Condensação de apoios e soluções.
Sonho em vívidas cores.
Doçura que a tudo imanta.
Condensação de apoios e soluções.
Do romântico, a musa.
Ao homem, contrapartida.
Nas dores, invulgar lenitivo.
Concerto de falsetes e semitons.
Ao homem, contrapartida.
Nas dores, invulgar lenitivo.
Concerto de falsetes e semitons.
Metáfora e antítese e hipérbole e metonímia.
Seiva sem a qual desfaleço.
Dona do tempo. Senhora do vento.
Concubinato entre o espinho e a flor.
Seiva sem a qual desfaleço.
Dona do tempo. Senhora do vento.
Concubinato entre o espinho e a flor.
Céu de brigadeiro.
Olência de quindim.
Ervas. Frutas secas. Temperos.
Condescendência de ninho. De lar.
Olência de quindim.
Ervas. Frutas secas. Temperos.
Condescendência de ninho. De lar.
A veludínea pele.
A mansidão do olhar.
Forte. Norte. CONSORTE!
Conversão do surreal para o cotidiano.
A mansidão do olhar.
Forte. Norte. CONSORTE!
Conversão do surreal para o cotidiano.
Do nefelibata, o chão.
Ao carente, arrimo.
Nos desafios, parceria.
Consistência. Consequência. COMUNHÃO!”
Ao carente, arrimo.
Nos desafios, parceria.
Consistência. Consequência. COMUNHÃO!”
Aos que sabem dar valor.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“NÉCTAR DA DEUSA!
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
Na beira d’água.
Um sonho.
Que dá pé.
Um sonho.
Que dá pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
Calor infernal.
Ansiado e delicioso refresco.
Doce projeto de MULHER!
Ansiado e delicioso refresco.
Doce projeto de MULHER!
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
Branca como as nuvens.
No colo da mamãe.
A ME olhar de ré.
No colo da mamãe.
A ME olhar de ré.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
Sem dentes, o mais belo sorriso.
Cecília. Poético nome.
A Minha autoestima pôs de pé.
Cecília. Poético nome.
A Minha autoestima pôs de pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
O Meu domingo, ganhei.
Nos Meus braços, vibrou.
Divinal agarra-pé.
Nos Meus braços, vibrou.
Divinal agarra-pé.
Chupe-chupe.
Geladinho.
Sacolé.
Geladinho.
Sacolé.
Nunca mais a verei.
Ficarão as saudades.
Renovou-se, no SER HUMANO, a Minha fé!”
Ficarão as saudades.
Renovou-se, no SER HUMANO, a Minha fé!”
Aos que sabem dar valor.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
MOMENTO NARCISO!
É inquestionável que sou um Homem limitado.
A CINQUENTA E UM DIAS de completar CINQUENTA E UM ANOS, ainda a contar moedas para as básicas necessidades provam-no.
Como contraponto, a ululante certeza de que VIVI.
Quiçá isso explique o patamar que o Meu BLOG e o Meu SITE ora alcançam.
NÃO!
Bendito EMPIRISMO.
A cabal compreensão do porquê dessa HONRARIA, por certo, servir-ME-á - e torço para a todos sirva - como EPIMÍTIO!
ERREI muito.
Passei por péssimos bocados.
Sempre ungido pelo AMOR de seres humanos maiores.
Bastante maiores do que EU.
OUSEI muito.
USEI e ABUSEI da saúde e do DINHEIRO com que fui aquinhoado.
De forma DELICIOSAMENTE inconsequente.
Sempre em companhia de MUITAS MULHERES. E uns poucos – E MUI QUERIDOS – homens.
Que deram imerecida proporção aos Meus pontuais acertos.
Entre desprezíveis e INOLVIDÁVEIS parceiras e parceiros, entre vilanazes e louváveis COEVOS, as MÃOS SANTAS!
As quais, generosamente estendidas, falaram – e fizeram – mais alto.
E de forma inarredável explicam – e disso são COAUTORES – esta SUBSTANTIVA contagem.
Neste exato momento 13.176!
www.delegadodellarosa.blogspot.com
O primeiro piso desta verdadeira TORRE DE BABEL que responde pelo pomposo nome de PALAVRA DE DELEGADO.
Que honrosamente trouxe à luz sua primogênita cria.
www.delegadodellarosa.com.br
Que seguramente ME – leia-se NOS – levará ao lançamento de um PRIMEIRO de MUITOS LIVROS.
Que trás tão somente CENTO E NOVENTA DIAS, para incontido REJÚBILO Meu, já foi visitada por 30.441 pares de olhos.
Que deixaram os Meus absolutamente EMBEVECIDOS. E encharcados.
Foram CONTOS.
POEMAS.
E outras TECNICIDADES contextuais.
Em verso e prosa, improváveis sucessões de palavras que têm o condão de deixar NU o sempre CRU Paulo Della Rosa.
Confio no MEU TALENTO.
E CREIO - soa-ME estranha qualquer derivação desse verbo quando por MIM protagonizada – na PARCERIA, no ALTRUÍSMO, na CRÍTICA CONSTRUTIVA e, mormente, no SUPORTE de Homens e MULHERES – nédia distinção – como vocês.
Meu mais EMOCIONADO e NACARADO muito obrigado.
PAULO DELLA ROSA.
Romântico. BEM-HUMORADO. Atento.
DIABÉTICO. Hedonista. Anoso e MAZELENTO.
Cafajeste. Plebeu. ATEU.
EU!
A CINQUENTA E UM DIAS de completar CINQUENTA E UM ANOS, ainda a contar moedas para as básicas necessidades provam-no.
Como contraponto, a ululante certeza de que VIVI.
Quiçá isso explique o patamar que o Meu BLOG e o Meu SITE ora alcançam.
NÃO!
Bendito EMPIRISMO.
A cabal compreensão do porquê dessa HONRARIA, por certo, servir-ME-á - e torço para a todos sirva - como EPIMÍTIO!
ERREI muito.
Passei por péssimos bocados.
Sempre ungido pelo AMOR de seres humanos maiores.
Bastante maiores do que EU.
OUSEI muito.
USEI e ABUSEI da saúde e do DINHEIRO com que fui aquinhoado.
De forma DELICIOSAMENTE inconsequente.
Sempre em companhia de MUITAS MULHERES. E uns poucos – E MUI QUERIDOS – homens.
Que deram imerecida proporção aos Meus pontuais acertos.
Entre desprezíveis e INOLVIDÁVEIS parceiras e parceiros, entre vilanazes e louváveis COEVOS, as MÃOS SANTAS!
As quais, generosamente estendidas, falaram – e fizeram – mais alto.
E de forma inarredável explicam – e disso são COAUTORES – esta SUBSTANTIVA contagem.
Neste exato momento 13.176!
www.delegadodellarosa.blogspot.com
O primeiro piso desta verdadeira TORRE DE BABEL que responde pelo pomposo nome de PALAVRA DE DELEGADO.
Que honrosamente trouxe à luz sua primogênita cria.
www.delegadodellarosa.com.br
Que seguramente ME – leia-se NOS – levará ao lançamento de um PRIMEIRO de MUITOS LIVROS.
Que trás tão somente CENTO E NOVENTA DIAS, para incontido REJÚBILO Meu, já foi visitada por 30.441 pares de olhos.
Que deixaram os Meus absolutamente EMBEVECIDOS. E encharcados.
Foram CONTOS.
POEMAS.
E outras TECNICIDADES contextuais.
Em verso e prosa, improváveis sucessões de palavras que têm o condão de deixar NU o sempre CRU Paulo Della Rosa.
Confio no MEU TALENTO.
E CREIO - soa-ME estranha qualquer derivação desse verbo quando por MIM protagonizada – na PARCERIA, no ALTRUÍSMO, na CRÍTICA CONSTRUTIVA e, mormente, no SUPORTE de Homens e MULHERES – nédia distinção – como vocês.
Meu mais EMOCIONADO e NACARADO muito obrigado.
PAULO DELLA ROSA.
Romântico. BEM-HUMORADO. Atento.
DIABÉTICO. Hedonista. Anoso e MAZELENTO.
Cafajeste. Plebeu. ATEU.
EU!
FALE, POETA!
CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“UM SOL PARA CADA UM!
Inferno.
Cadê o inverno?
Pressão no esterno.
Averno.
Cadê o inverno?
Pressão no esterno.
Averno.
Minha laia.
Maldição maia?
Tomara que caia.
Uma vaia.
Maldição maia?
Tomara que caia.
Uma vaia.
Piti.
Missão alfaqui?
O Senegal é aqui.
Me tire daqui.
Missão alfaqui?
O Senegal é aqui.
Me tire daqui.
Minissaia.
Bronze que embaia?
Cordial e caríssima alfaia.
Abstraia.
Bronze que embaia?
Cordial e caríssima alfaia.
Abstraia.
Calor.
Fonte de amor?
Adeus ao palor.
Rubor.
Fonte de amor?
Adeus ao palor.
Rubor.
Se distraia.
Há melhor aiaia?
Do mar não saia.
PRAIA!”
Há melhor aiaia?
Do mar não saia.
PRAIA!”
Aos que sabem dar valor.
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TEMPORADA DE VERÃO,
TERRA EM CHAMAS
EFERVESCENTE MANHÃ!
DUAS FRASES!
Com um sol para cada um, o dia começou ebuliente.
Ônibus. Laboratório para coleta de sangue. Ônibus. Feira. Gente. Gente. Gente!
Com um sol para cada um, o dia começou ebuliente.
Ônibus. Laboratório para coleta de sangue. Ônibus. Feira. Gente. Gente. Gente!
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TEMPORADA DE VERÃO
POUCAS E VANGUARDISTAS PALAVRAS!
DUAS FRASES!
Pão, pão. Queijo, queijo.
Saiu o BEIJO. Entre dois pães. Com um certo gostinho de queijo. Como se fora um BEIJINHO DE CÃES!
Pão, pão. Queijo, queijo.
Saiu o BEIJO. Entre dois pães. Com um certo gostinho de queijo. Como se fora um BEIJINHO DE CÃES!
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