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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

21 DE AGOSTO DE 2011.

TÚNEL DO TEMPO!
A compilação segue no ritmo das Minhas RETUMBANTES limitações.
Para REJÚBILO Meu, cheguei à sintonia das datas.
A cada novo dia, ofereço-lhes a oportunidade do PLENO acesso ao que EU escrevia há exatos DOIS ANOS.
Serei EU, VINTE E QUATRO meses após, o MESMO?
Concito-os a exararem seu VEREDICTO.
Em 21 de AGOSTO de 2011, escrevi:
“PERENAL OPTIMISMO! Mantendo até o último lance a esperança da vitória, aceito o insucesso. Restando certo que sou LOUCO por você CORÍNTIÃS!”
“TÉPIDO SEMICÚPIO! Seguindo DRACONIANA disciplina, Sua Alteza submeteu-se ao banho semanal. Mesmo com o frio da noite. YGHOR, um CÃO MACHO!”
Ufano-ME de poder visitar o PASSADO.
Um livro ABERTO.
NACARADO!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

19 DE AGOSTO DE 2011.

TÚNEL DO TEMPO!
A compilação segue no ritmo das Minhas RETUMBANTES limitações.
Para REJÚBILO Meu, cheguei à sintonia das datas.
A cada novo dia, ofereço-lhes a oportunidade do PLENO acesso ao que EU escrevia há exatos DOIS ANOS.
Serei EU, VINTE E QUATRO meses após, o MESMO?
Concito-os a exararem seu VEREDICTO.
Em 19 de AGOSTO de 2011, escrevi:
“PAI, FILHO E ESPÍRITO DE PORCO! Nessa Nossa particular TRINDADE, YGHOR BHORIS está prestes a assumir TODOS os papéis. Meu cão é UMA FIGURA!”
“PAI, FILHO E ESPÍRITO DE PORCO 2! Quando contrariado, SUA ALTEZA arrasta o próprio trono. Nesta manhã, irado, o CARA fez mover a MINHA CAMA!”
Ufano-ME de poder visitar o PASSADO.
Um livro ABERTO.
NACARADO!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

TRINTA LINHAS!

Como os PROFESSORES gostam.
E EU sempre RESPEITEI professores e professoras.
E SEMPRE fui TARADO POR ELAS!
Quem ME conhece pode afiançá-lo.
Sou um Homem encalorado. Suar, para MIM, é tão consueto quanto respirar.
Fruto de camadas adiposas auferidas em DEZ LUSTROS de vida.
Da adição desmesurada de PIMENTAS e temperos fortes a Minha sempre FAUSTA e AZIAGA alimentação.
Em Minha defesa o desdouro pelo SAL.
Quiçá explicação maior para que EU ainda esteja vivo.
Tal SUADOIRO, seja quando engravatado, seja quando pelado – HEDONISTA, nessa condição transpiro mais SATISFEITO, com o perdão do trocadilho -, tem dois vieses distintos.
E IMPROVÁVEIS.
A tudo ensopa. Travesseiros, colchão, paletós, camisas, blusas. E MULHERES.
E é INODORO!
Fato. Rios e rios de uma água COR-DE-ROSA. Que traz em suas moléculas NACARADAS porções de PAULO DELLA ROSA JUNIOR.
Um ser que ADORA CHEIROS. Mas NÃO fede!
Coisas de um Homem IMPROVÁVEL.
Contudo, há alguns dias DURMO premido pelo mais quente dos corpos. Calor esse que ME acompanha há DOIS ANOS, DOIS MESES e DEZESSEIS DIAS.
Os ensandecidos termômetros deram azo à impensável rotina.
YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA.
Estatelado na mais lúbrica, indecente, carinhosa e SÁDICA das alcovas.
Entre MIM e a consorte COM SORTE.
Que com MUITA sorte permanece na cama, apesar dos EMPURRÕES, REZINGAS e lutas por espaço.
E EU adoro.
Sem um único AMUO. Nem suar, SUO.
É a FORÇA DO AMAR.
Como é bom AMAR!
Os limites EDIFICAM.
E as NARRATIVAS FICAM!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!

"MEU MARLEY E EU!

Olhos nos olhos.
Ao fundo o mar.
Um retrato da vida.
Da beleza de amar.

Somos filho e pai.
Somos dois irmãos.
Somos um só.
É Meu FILHO-CÃO.

O inverno chegou.
Menos praia, menos calor.
As noites são longas.
Os dias sem cor.

Não para MIM!
Ungido que sou.
O tepor do seu corpo.
Os ladridos sem fim.

DELLA ROSA é.
Mais DELLA ROSA ME fez.
Aquecendo os Meus pés.
Exigindo de MIM.

Querido por todos.
Algo que tanto quis.
Belo. Doce. Generoso.
Arteiro. Incansável. FELIZ.

Sofro por ELE e pelo nome de família.
Dois anos se vão sem namorada.
Cidade estranha. Gente estranha.
Cadelinhas lindas. Todas castradas.

Um traço sobre a poltrona.
A tal cadeira do papai.
Cansei de repetir AI, AI, AI!
Dela, solene, fez-se dono.

O fecho de ouro.
O apoteótico final.
Sou-lhe IMPRESCINDÍVEL.
Você, amado YGHOR BHORIS, é-ME ESSENCIAL!"


Aos que sabem dar valor.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

YGHOR BHORIS......SEIS MESES DE FESTA!

Havia muito que não ME permitia o prazer das divagações incontidas.
Beletrista pífio, vi no rígido balizamento do TWITTER a oportunidade de ME afastar da prolixidez e das alfaias tão presentes em Meus escritos, e razão maior dos virulentos achaques de leitores, parcíssimos admiradores e incontáveis detratores.
Premido pelo gigantismo da mudança sofrida por Minha vida, decidi tornar a este recôndito de emoções como forma de saudar um novo ser.
Um ser único.
Um ser que já há um semestre trouxe frescor e alegria a Minha linear existência.
Desde a sua chegada, quando homenageado com a homonímia de um antecessor seu, YGHOR deitou em cascata a seus pés, a bem da verdade sob suas áureas e negras patas, cada um dos ilustres habitantes do Meu coração.
Como a confirmar o seu caráter particularíssimo, YGHOR fez-se YGHOR BHORIS. YGHOR BHORIS DELLA ROSA. Um DASCHUND preto e caramelo.
Um ADONIS CANÍDEO.
E se fez amado.
Giullia e Yuri.
Cynthia Paula.
Tia Pina.
A agitada Dona Nazareth, a ora responsável pelo mínimo de habitabilidade neste Meu conturbado lar e, em que pese certa tensão oriunda do ciúme e da instabilidade fruto da relativa equiparação física, até da Minha amantíssima netinha PIETRA.
Em pitadas que refletem a ideia de serem cientificamente dosadas, pesam sobre a sua longilínea carcaça uma sucessão de antíteses que o municiam com letal poder de sedução.
Gregário, jovial, manhoso, lépido, sensivelmente inteligente e distintamente carinhoso. Rebelde, mal-acostumado, arteiro e voluntarioso.
Como resistir?
Seus ora 7 quilos são frutos de uma invulgar edacidade.
A trancos e barrancos dada à Minha pré-insolvência, exclusivamente afeita às melhores rações.
E, quiçá levado pela simbiótica relação que vivemos, a café e pedras de gelo. O testemunho de uns poucos ungidos pode dar o necessário crédito a essa observação.
YGHOR gosta MESMO de café e gelo. Risos.
Naturalmente, o furor da sua glutonaria, aliado ao seu espírito desbravador, dá ao cardápio de Sua Alteza, como Me apraz tratá-lo, coloridos outros.
Sapatos. Livros, sim, os Meus amados livros. Móveis. Papéis. Madeiras. Fios.
Ou quaisquer materiais que inadvertidamente estejam ao alcance de seu pontudo focinho.
Algumas noites de vigília comprovam tais OUSADIAS.
O rapazinho já passou mal com tantas impropriedades ingeridas.
Sua alcova é um capítulo à parte.
O doce cãozinho tem uma compulsão por devorar os seus berços.
Já os teve de pano. Comeu. De veludo. Era lindo. Destroçou.
De madeira. Roeu até a falência do material.
Atualmente, é de plástico. Duro. E se encontra em petição de miséria.
Em romaria, toda a manhã de quarta-feira, YGHOR BHORIS dá o ar da sua graça entre as tumultuadas barracas da FEIRA DO ORQUIDÁRIO.
Garboso, desfila entre pés e pernas desconhecidos, cercado dos cuidados de Giullia e Yuri e o sempre vigilante olhar da Tia Cynthia.
A MIM me cabe desfrutar ufano o seu sucesso.
Celebridade no bairro, todas as tardes ciceroneia moradores do prédio, alunos da academia de musculação e transeuntes do alto dos degraus que dão acesso ao edifício até os seus respectivos destinos.
Para cada qual, tratamento diverso.
Sempre digno das mais derramadas loas.
E, se por acaso algum incauto tergiversá-lo, sucessivos e altíssimos ladridos obrigarão o descuidado protagonista a, para dizer o mínimo, um afago tranquilizador.
Somos almas gêmeas.
Causa espécie a todos, a MIM também, tamanha semelhança idiossincrática.
Não gosta de cortar as unhas. Eu odeio.
Tem paixão por crianças. Eu as sublimo.
Não aceita ser contrariado. Eu, já na senescência, faço uso da experiência para evitá-lo.
Fiquemos por aqui.
Por certo há muito ainda a se dizer.
E o farei em breve, momento em que o amor que devoto ao Meu CÃO indubitavelmente estará ainda maior do que o é hoje.
Afinal, YGHOR BHORIS é um DELLA ROSA.
E, em o sendo, quanto mais se convive, mais se GOSTA!