segunda-feira, 17 de junho de 2013

AD FUTURAM MEMORIAM

NÃO, CHIQUINHO!
Caramba.
EU já estava até comemorando.
Afinal, você traria os Meus tão anelados ALFAJORES.
Este seu povo é complicado demais, CHIQUINHO.
Tratar a PÍLULA e o DIU como ABORTO? 
Manual de Bioética para Jovens, que será distribuído pela igreja católica durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, envereda por essa seara.
Reveja isso, CHIQUINHO.
Você ME parece um cara legal.
EU sei, você NÃO pode dar uma pimbada.
Ossos - DUROS, EIN? - do ofício.
Agora daí a querer que NINGUÉM o faça, vai uma distância tão secular quanto a sua instituição.
Libere a MOLECADA!
Ou haveria algum interesse difuso e escuso por trás - OPA, OLHA AÍ A SOLUÇÃO - dessa estapafúrdia orientação.
Crescei-vos e multiplicai-vos.
A oposição está em alta.
Os tais crentes dos CUS quentes NÃO param de aumentar...
NÃO CREIO. No sentido estrito e no lato.
Você ME parece um cara legal de fato.
Sei, há os tais CÂNONES, DOGMAS, e afins.
Façamos assim.
Ouça IVAN LINS. E relaxe.
Depois, inclua na agenda visita a uma certa MINISTRA.
Estou convencido que você permitirá que o POVO goze.
BOLA DENTRO!
Diriam os fiéis e o INFIEL aqui.
E, CHIQUINHO, NÃO ESQUEÇA DA MINHA CALOI.
Peça ao DIDILO - imagino que o ARMISTÍCIO já se haja dado - que lhe explique o significado
Dom Odilo, como o senhor anda sumido da mídia, QUERO ACREDITAR - estranho escrever isso - que NÃO ME acompanhe no FACEBOOK.
O CHIQUINHO e EU temos um acordo.
Ele ME traz uns ALFAJORES e EU NÃO carrego nas tintas.
Seja qual for o ABSURDO DA VEZ!

domingo, 16 de junho de 2013

CHORAM AS LETRAS....

CHORAM AS LETRAS!
Cada um dos caracteres da ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO carregá doravante uma FITA PETRA em suas particulares formas.
Do A ao Z, um pranto só
Dorido. INCONSOLÁVEL.
Como sói ocorrer, há os que além de tristes, pelo caráter personalíssimo da perda, verão esvair parcela do brilho.
Do alcance. Do valor.
O A.
Essa quase ubíqua letra, a que inicia o vocábulo AMOR, por certo será a mais atingida.
Está em um sem-número de palavras.
E o vanguardista em matéria de índices remissivos.
E serve como artigo FEMININO.
O que antecede o nome de uma MULHER INVULGAR.
Que escreveu sobre TUDO.
Sobretudo, sobre AMAR.
Uma mulher que aos 94 anos provoca a mais LANCINANTE lacuna da história moderna da LITERATURA BRASILEIRA.
Um ser especial que, com a sua INACEITÁVEL passagem, deixará as coisas por aqui algo RUÇAS. Russa.
Refugiada.
BRASILEIRA.
Paulistana.
GENIAL.
Adeus, TATIANA BELINKY.
Choram as letras.
LAMENTO EU!

sábado, 15 de junho de 2013

MANIFESTAÇÃO!

AÇÃO MANIFESTA.
Menos do MESMO.
Desta feita, até alguns a esmo.
Certa nostalgia empresta.

Jovens na rua.
A chuva e as buzinas a lhes castigar.
O trânsito, como tartarugas a andar
Certos de que a luta é sua.

Aplausos poucos, xingamentos em profusão.
O povo espera tudo de um sábado à noite.
Menos tão irritante e tão louvável açoite.
Faces e contrafações de um BRASIL hodierno.

São poucos.
Cada qual crê-se eterno.
MANIFESTAÇÃO!

MALAFAIA!

Caríssima PRESIDENTA,
IMBELE e limitadíssimo, causa-ME estranheza o Meu PENDOR por desconfiar dos lampejos de UNICIDADE que tanto marcam a volátil PERSONA tupiniquim.
Não sou munido da inteligência, da cultura, da virulência e nem sequer da ONISCIÊNCIA de seus DETRATORES de SAZÃO.
Portanto, socorrer-ME-ei, no azo de defendê-la, das PRÓPRIAS palavras da atual PLÊIADE de ANTIDILMISTAS.
"CÚ".
Especialista que sou no ASSUNTO, rogo-lhe que MOTEJE de quaisquer doestos que assim grafem o mais nobre orifício humano.
Quem põe ACENTO no CU de OUTREM, deveria, antes de assacar, olhar para o próprio ASSENTO. "MAL INTENCIONADA".
Liame imperioso, o HÍFEN, a sua ausência quiçá represente a dissintonia entre o que ELES falam e o que FAZEM.
A tal COERÊNCIA. Que identifica o GENTIL-HOMEM.
"BASTA DE APOIO À BRASILIA". Crase e paroxitonia, MUI DIGNA PRESIDENTA, "once in a blue moon" - futebol é um esporte bretão -, são de domínio público.
Seja o público que VAIA, o de SAIA, ou o que FRENETICAMENTE BERRA para um tal jogador, antes que ela CAIA.
Portanto, não LHES dê ouvidos.
DÊ-Nos EDUCAÇÃO!
E no futuro, o COMPORTAMENTO DE TODOS será outro.
Esteja certa, SENHORA PRESIDENTA, que como diz o título de uma música que ADORO, - "AÚN SIGO AQUÍ", afinal, a FÚRIA veio com a faca nos dentes para levar a COPA DAS CONFEDERAÇÕES -, decidi por lhe ombrear.
Não apenas pela defesa da DEMOCRACIA.
Que TANTOS e TANTOS feneceram no afã de fazer emergir.
A AUTORIDADE pode e DEVE ser contestada.
DESRESPEITÁ-LA, mutatis mutandis, é um DESSERVIÇO.
Decidi estar a Seu lado, também, por assim defender a PROTOLÍNGUA.
Até para se ser MAL-EDUCADO ao ponto de traçar analogias entre o Seu CU e a sua FACE, irresponsável ao limite de afirmar - há PROVAS? - que DILMA ROUSSEFF é MAL-INTENCIONADA, parece-ME de bom tom que conheçamos BEM o MELHOR DOS INSTRUMENTOS quando do ANELO DE SE MUDAR O MUNDO.
A PALAVRA!

ESQUENTA, FOGUEIRA!

Se EU em oração pedisse, o MÍTICO são João NÃO MO atenderia.
Santo ou encanto algum é capaz de materializar tamanho REJÚBILO.
Um MATRIMÔNIO!
Com a FELICIDADE.
Giullia Faria Santos, uma RAINHA vestida de campesina.
Uma CAIPIRA com RÉGIA elegância.
PÉ DE VALSA. Como o TIO.
INTENSA. Como o TIO.
INOLVIDÁVEL. Como o TIO.
APAIXONANTE como EU jamais pude ou soube ser.
QUADRILHA.
Com chuva fictícia e gotas reais vindas do céu para homenageá-la.
Acepipes que tratam qualquer dieta como visceral inimiga.
A família, entre AMUOS, ESGARES e desviar de olhares, retoma processo de aglutinação.
GIULLIA.
Poderosa.
TODA-PODEROSA quando em associação com o primogênito, o MAIS DOCE DOS SERES HUMANOS, o Meu amado sobrinho-filho Yuri Faria.
A consorte COM SORTE, Cristiane Andrade, dedicada, MÃEZONA e fonte de amor, vestida a caráter, lá estava.
MAMÃE, MAMÃE, MAMÃE, Maria de Lourdes dos Santos, também. E seu SANTOS.
Patricia Almeida Faria Santos, a CUNHADA com status de IRMÃ GÊMEA, ubíqua e de poucas palavras, não se afastou do TATUADO marido.
A efígie de cada filho em cada um dos MUSCULOSOS bíceps.
É, Meu irmão SEMPRE foi o mais corajoso dos filhos da filha única da belíssima MARIA APARECIDA, a Minha AMANTÍSSIMA VÓ CIDA.
Cynthia Paula Della Rosa?
Bem, falemos de FLORES.
Pulemos a FOGUEIRA.
Nas chamas do AMOR que nutro por vocês, EU QUERO ME QUEIMAR!

MEUS RESPEITOS!

A PAULICEIA estará a partir de hoje ainda mais DESVAIRADA.
O trânsito e a CIDADE estarão mais caóticos.
Menos seguros.
Menos NOBRES.
A passagem do engenheiro ROBERTO SCARINGELLA abala as estruturas da sociedade paulistana. Paulista.
E brasileira.
Homens públicos da envergadura moral, da competência e da afabilidade deste PRÓCER, em que pese a PERENIDADE de seus exemplos, raramente são substituíveis.
Não se produzem gênios, nem OBRAS GENIAIS, sem suor, TALENTO, pertinácia e AMOR ao que se faz.
Tive o privilégio de estar com o DOUTOR SCARINGELLA por várias oportunidades.
ELE, um generoso e ONISSAPIENTE mestre.
EU, um limitado e incondicional fã.
Do alto de viadutos e pontes, a sempre serena voz dava colorido ao olhar no horizonte.
Na RESOLUÇÃO.
No FUTURO.
"Menino, EDUCAÇÃO e VONTADE POLÍTICA.
Eis a solução.", ouvi inebriado por bastantes vezes.
Que MINHA TERRA NATAL, a Minha AMADA SÃO PAULO, possa desvendar os benfazejos atalhos que viveram na MEMÓRIA DESTE GRANDE HOMEM!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

SAPIENTE MEDIDA!

Ouso oferecer à apreciação PÚBLICA um novo sistema de PREVENÇÃO DOS E REPRESSÃO AOS DISTÚRBIOS na capital paulista.
Como fica evidente nas postagens que pululam nesta rede social, há DOIS GRANDILOQUENTES GRUPOS.
Os que APLAUDEM a postura enérgica.
Os que a veementemente REPELEM.
Sem juízo de valor, busquei uma MEDIDA que CONTENTE A TODOS.
Proponho que os POLICIAIS cheguem ao local HORAS ANTES da turba.
Lá depositem CASSETETES, armas não letais, seus capacetes, coletes e até deixem algumas cartas com instruções de CIVILIDADE e de MARCIALIDADE.
Devidamente assinadas.
Para que NÃO surjam acusações de favorecimento INTERNA CORPORIS.
E voltem para as suas casas.
CADA QUAL dos envolvidos, PRÓ, CONTRA, MUITO PELO CONTRÁRIO, que faça o uso que quiser - e a INTREPIDEZ permitir - da NECESSÁRIA e JUDICIOSA parafernália.
Seguindo a onisciente postura daquele criador de porcos, que visitado em seu POCILHÃO por um zeloso fiscal pela vez terceira, a ele respondeu, quando da RECIDIVA indagação "o que eles estão comendo?", um sonoro NÃO SEI!
Como o senhor aplicou-ME uma multa quando da primeira visita, por estar EU alimentando a criação com SOBRAS DE COMIDA - uma IGNOMÍNIA para o senhor -, e, já na segunda vez, nova multa por estar EU lhes dando FILÉ-MIGNON - um DISPARATE -, decidi comprar TÍQUETES DE ALIMENTAÇÃO e entregar-lhes, com a recomendação de que COMESSEM ONDE MELHOR LHES APROUVESSE. EU adoro os FILÓSOFOS de condicionadores de ar e carpetes felpudos.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

YGHOR BHORIS......SEIS MESES DE FESTA!

Havia muito que não ME permitia o prazer das divagações incontidas.
Beletrista pífio, vi no rígido balizamento do TWITTER a oportunidade de ME afastar da prolixidez e das alfaias tão presentes em Meus escritos, e razão maior dos virulentos achaques de leitores, parcíssimos admiradores e incontáveis detratores.
Premido pelo gigantismo da mudança sofrida por Minha vida, decidi tornar a este recôndito de emoções como forma de saudar um novo ser.
Um ser único.
Um ser que já há um semestre trouxe frescor e alegria a Minha linear existência.
Desde a sua chegada, quando homenageado com a homonímia de um antecessor seu, YGHOR deitou em cascata a seus pés, a bem da verdade sob suas áureas e negras patas, cada um dos ilustres habitantes do Meu coração.
Como a confirmar o seu caráter particularíssimo, YGHOR fez-se YGHOR BHORIS. YGHOR BHORIS DELLA ROSA. Um DASCHUND preto e caramelo.
Um ADONIS CANÍDEO.
E se fez amado.
Giullia e Yuri.
Cynthia Paula.
Tia Pina.
A agitada Dona Nazareth, a ora responsável pelo mínimo de habitabilidade neste Meu conturbado lar e, em que pese certa tensão oriunda do ciúme e da instabilidade fruto da relativa equiparação física, até da Minha amantíssima netinha PIETRA.
Em pitadas que refletem a ideia de serem cientificamente dosadas, pesam sobre a sua longilínea carcaça uma sucessão de antíteses que o municiam com letal poder de sedução.
Gregário, jovial, manhoso, lépido, sensivelmente inteligente e distintamente carinhoso. Rebelde, mal-acostumado, arteiro e voluntarioso.
Como resistir?
Seus ora 7 quilos são frutos de uma invulgar edacidade.
A trancos e barrancos dada à Minha pré-insolvência, exclusivamente afeita às melhores rações.
E, quiçá levado pela simbiótica relação que vivemos, a café e pedras de gelo. O testemunho de uns poucos ungidos pode dar o necessário crédito a essa observação.
YGHOR gosta MESMO de café e gelo. Risos.
Naturalmente, o furor da sua glutonaria, aliado ao seu espírito desbravador, dá ao cardápio de Sua Alteza, como Me apraz tratá-lo, coloridos outros.
Sapatos. Livros, sim, os Meus amados livros. Móveis. Papéis. Madeiras. Fios.
Ou quaisquer materiais que inadvertidamente estejam ao alcance de seu pontudo focinho.
Algumas noites de vigília comprovam tais OUSADIAS.
O rapazinho já passou mal com tantas impropriedades ingeridas.
Sua alcova é um capítulo à parte.
O doce cãozinho tem uma compulsão por devorar os seus berços.
Já os teve de pano. Comeu. De veludo. Era lindo. Destroçou.
De madeira. Roeu até a falência do material.
Atualmente, é de plástico. Duro. E se encontra em petição de miséria.
Em romaria, toda a manhã de quarta-feira, YGHOR BHORIS dá o ar da sua graça entre as tumultuadas barracas da FEIRA DO ORQUIDÁRIO.
Garboso, desfila entre pés e pernas desconhecidos, cercado dos cuidados de Giullia e Yuri e o sempre vigilante olhar da Tia Cynthia.
A MIM me cabe desfrutar ufano o seu sucesso.
Celebridade no bairro, todas as tardes ciceroneia moradores do prédio, alunos da academia de musculação e transeuntes do alto dos degraus que dão acesso ao edifício até os seus respectivos destinos.
Para cada qual, tratamento diverso.
Sempre digno das mais derramadas loas.
E, se por acaso algum incauto tergiversá-lo, sucessivos e altíssimos ladridos obrigarão o descuidado protagonista a, para dizer o mínimo, um afago tranquilizador.
Somos almas gêmeas.
Causa espécie a todos, a MIM também, tamanha semelhança idiossincrática.
Não gosta de cortar as unhas. Eu odeio.
Tem paixão por crianças. Eu as sublimo.
Não aceita ser contrariado. Eu, já na senescência, faço uso da experiência para evitá-lo.
Fiquemos por aqui.
Por certo há muito ainda a se dizer.
E o farei em breve, momento em que o amor que devoto ao Meu CÃO indubitavelmente estará ainda maior do que o é hoje.
Afinal, YGHOR BHORIS é um DELLA ROSA.
E, em o sendo, quanto mais se convive, mais se GOSTA!

terça-feira, 13 de abril de 2010

ENVELHECER

É indiscutível que, ao colecionarmos os anos, veremos o nosso baú de ossos e carne repleto de limitações na cinestesia, de mudanças da mais ampla gama de ordens e, como corolário de todas as dores, dos sinais indisfarçáveis que a beleza de outrora insiste em desvanecer.
Quilos a mais, reentrâncias epidérmicas, cãs e outros demônios.
Os mais resilientes, um pouco mais tarde. Os dóceis, com maior intensidade. Porém, indiferentemente de como e quando, viveremos todos esta sensação de, sem jogo de palavras, impotência.
A natureza, mãe cruel e diligente, tem lá os seus truques para que mitiguemos este sofrimento.
A presbiopia, íntima dos irmãos de “ENTA” como vista cansada, parece-me o stat-of-the-art destas constatações Darwinianas.
Ao nos fazer padecer das agruras desta cáustica alteração visual, quiçá haja o ininterrupto processo evolutivo querido mostrar-nos que, doravante, o importante para ser visto não está no que os olhos alcançam.
O foco, que por anos esteve concentrado e restrito à forma, à perfeição, à beleza e às exigências de impingidos padrões estéticos, deve ser outro.
Portanto, aos rompermos os últimos laços da juventude com a completude dos emblemáticos quarenta anos, impõe-se atalhar o caminho do nervo óptico. Sim, enxergar pelas vias normais, já não nos é mais proficiente. O meritório será visto com o conjunto dos sentidos, respeitando-se sempre o processo de decantação nos labirintos de nossas mais profundas convicções.
Assim, com os olhos da alma e com o auxílio luxuoso do tato, do paladar, da audição e, sobremaneira, do olfato, é que se dá a visão nos anos dourados de nossa existência.
Alguns, mais sábios que eu, chamam esta acuidade visual de maturidade.
Eu, presbita emétrope e romântico incurável, prefiro socorrer-me de meus ancestrais para nomeá-la.
OCCHI DEL CUORE!

quarta-feira, 31 de março de 2010

DE TIO PAULO A VOVÔ!

Desde dezembro de 2009, este velho babão responde por novo galardão.
Sim, o TIO PAULOOÔ, apodo tão docemente criado pelo meu sobrinho YURI, e que foi fleumaticamente desprezado pela minha sobrinha-RAINHA GIULLIA - que prefere chamar-me de TIO BUNDA-MOLE -, vê-se agora espargido pela anelada condição de avô.
Entre grunhidos e choros, pude identificar plenamente os sons que compõem o chamamento VOVÔ, oriundo dos róseos e pequeninos lábios da minha netinha.
PIETRA, nívea, cabelos fartos, olhos de um matiz difuso, já se fez escultura rupestre em meu empedernido coração. Ser avô, e em especial, conhecer a minha neta, foi um regalo que indiscutivelmente não me vejo merecedor.
Resta, porém, uma certeza em mim.
Pai por duas vezes sem vivenciar a paternidade, nódoa irreparável quando das minhas reflexões, foi o TIO PAULOOÔ o responsável por deixar fluir de mim o importante, o belo, o meritório e edificicador, enfim, o que inexoravelmente dá sentido à vida.
A capacidade de AMAR.
E, não obstante o júbilo desta inenarrável alegria, ser e saber-me avô, não cambiarei o nome deste BLOG.
TIO PAULOOÔ foi, é e será sempre o que de MELHOR posso produzir.
Nele e por ele, os que amo de maneira visceral, PIETRA, YURI e GIULLIA, encontrarão um oásis de BOM HUMOR, de DEVOÇÃO, de escolhas PASSIONAIS e APAIXONADAS no saariano coração deste senecto homem, coração esse ressequido pelos lanhos da vida e pela diuturna égide de uma mente pragmática e racional.
Aqui estou de volta.
E voltar faz-me feliz. Faz-me mais forte. Faz-me VIVER.