DUAS FRASES!
Como sempre afirmo, TODO CASTIGO PRA CORNO É POUCO!
Agora, sair logo pela manha, DESCALÇO e, após assistir a seu FILHO-CÃO dar a MAIOR CAGADA DA HISTÓRIA, fazer cara de paisagem e largar aquele MONUMENTO de BOSTA no meio da calçada e seguir caminhando e no retorno PISAR A MERDA com o PÉ ESQUERDO, já é coisa para LOUCO!
DESTINO CÃO!
Salvo engano, a derradeira feira do ano.
Seguem, entretanto, os desenganos.
E a dura constatação de que NÃO se fizeram reais os planos.
E o cachorro a fazer xixi no pano.
Na telinha, a anual retrospectiva.
Provando que a liça e a desgraça são repetitivas.
A abissal distância entre vozes ativas e passivas.
E dando eco ao poder da iniciativa.
Na cansada mente, imperiosa reflexão.
Por que tamanhos desejos e sonhos vãos?
A opulência e o poder são de fato sãos?
A resposta pode estar no xixi do Meu cão.
Um ano a mais de idade.
Crescem o PIB, o consumo e as cidades.
Que se dane que à custa de inverdades.
Amargo reflexo do que chamamos de felicidade.
A ampulheta decididamente não para.
Somos um rebanho levado a golpes de insensíveis varas.
Disfarçadas com ornatos, presentes ou joias raras.
E o odor da urina do cãozinho, uma ferida que não sara.
Lucubrações que torram os miolos neste dia quente.
Pela rua, fim de ano, sacolas, cores, ror, novas gentes.
Apressadas, estressadas, embriagadas, doentes.
Esquecidas de que o essencial é aquilo que se sente.
As metas e as decisões feitas em 2012 deram em nada.
Em compensação, surgiram outros caminhos. Impensadas estradas.
É o ciclo que se completa. Apesar de Nós. Conto de fadas.
CARPE DIEM. O tempo e o vento. Não há como se evitar uma mijada!
Salvo engano, a derradeira feira do ano.
Seguem, entretanto, os desenganos.
E a dura constatação de que NÃO se fizeram reais os planos.
E o cachorro a fazer xixi no pano.
Na telinha, a anual retrospectiva.
Provando que a liça e a desgraça são repetitivas.
A abissal distância entre vozes ativas e passivas.
E dando eco ao poder da iniciativa.
Na cansada mente, imperiosa reflexão.
Por que tamanhos desejos e sonhos vãos?
A opulência e o poder são de fato sãos?
A resposta pode estar no xixi do Meu cão.
Um ano a mais de idade.
Crescem o PIB, o consumo e as cidades.
Que se dane que à custa de inverdades.
Amargo reflexo do que chamamos de felicidade.
A ampulheta decididamente não para.
Somos um rebanho levado a golpes de insensíveis varas.
Disfarçadas com ornatos, presentes ou joias raras.
E o odor da urina do cãozinho, uma ferida que não sara.
Lucubrações que torram os miolos neste dia quente.
Pela rua, fim de ano, sacolas, cores, ror, novas gentes.
Apressadas, estressadas, embriagadas, doentes.
Esquecidas de que o essencial é aquilo que se sente.
As metas e as decisões feitas em 2012 deram em nada.
Em compensação, surgiram outros caminhos. Impensadas estradas.
É o ciclo que se completa. Apesar de Nós. Conto de fadas.
CARPE DIEM. O tempo e o vento. Não há como se evitar uma mijada!

