Mostrando postagens com marcador AMADO CÃOZINHO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AMADO CÃOZINHO. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de maio de 2014

NEFANDO CIÚME!

IDIOSSINCRASIA DELLAROSIANA!
Pérolas deste DELEGADO FRASISTA.

"O CIÚME faz o ser humano visitar os porões da INDIGNIDADE!".
E, às vezes, até os CÃES o fazem, não é mesmo, MESTRE Boris Mayoral? Que coisa feia, YGHOR BHORIS!

Há sempre um PÉ VIOLENTO para cada BUNDA-MOLE.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

POUCAS E FESTIVAS PALAVRAS!

DUAS FRASES!
Uma vez mais, o FILHO-CÃO leva-ME às lágrimas. Desta feita, BEM-VINDAS!
Em que pese alguma CLAUDICAÇÃO, correu para os Meus braços. Emoção e alegria INFINDAS!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
“SOMBRA E LUZ!
De alegria, quase morro.
Dormir? Como? Para quê?
Momentos de inebriante festa.
O menino e o cachorro.
Afilhado. Sobrinho. Filho.
Cão. Amigo. Filho. Parceiro.
Por hoje, para os dois, sou o primeiro.
Para sempre, pelos dois, o Meu todo.
SOLAR DA PAZ E DO VENTO.
Doçura e latidos e joguinhos por toda parte.
O ciúme se imiscui com a cumplicidade.
Do Meu peito se afasta qualquer lamento.
Trago feridas no corpo, na mente e no coração.
Contudo, amo aos dois com quintessência.
Pela pueril verdade nos olhos. Pela adorável inocência.
Grandezas das quais este ANOSO DELEGADO se despiu.
À noite, um dorme. O outro se diverte no mundo virtual.
Amanhece. Um dorme. O outro se indigna.
Quase um uivo a clamar pelo “PRIMO”.
EU, insone, sorrio. E choro. Pura poesia. Divinal.
Hóspedes do olimpo da Minha benquerença.
Tanto em comum. Tão díspares. Tão MEUS!
Com Y começam os nomes seus.
YURI. Minha luz. YGHOR, Minha sombra.
Luz que sempre ME impele a crescer.
Sombra que ME faz sempre maior.
Duas faces douradas da mesma moeda.
OBRIGADO, Meus FILHOS, por ME ajudarem a viver.”
Aos que sabem dar valor.

domingo, 15 de setembro de 2013

FALE, POETA!

CARINHOS deste HOMEM IMPROVÁVEL!
"BENFAZEJO EMISSÁRIO!
Os enormes olhos no futuro.
Inocentes, buscam o que NÃO se pode ver.
A vida vem em ondas, já poetizaram.
Ondas. Marulho. Quebra-mar.
Um pendor pela antecipação do sofrimento.
Uma visceral inclinação por celebrizar o outro.
No final tudo dá certo, afirma.
Frescor da brisa marinha. Quebra-mar.
Pedras há e carregá-las requer talento.
Impregnada de amor e impotente frente à dor.
Um ser humano especial, mil vezes disse. E ouvi.
Rochas multiformes. Quebra-mar.
Os cabelos e as unhas em sintonia.
Estrelas e um doce luar como fundo.
Entre Nós, o inseparável e altivo FILHO-CÃO.
Sal. Fumaça. Ror. Quebra-mar.
Salutar e noturno exercício mental.
Deambular em família. Homilia.
Fortalecendo laços. E celebrando o diálogo.
Nossa praia. Nosso jardim. Quebra-mar.”
Aos que sabem dar valor.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

MEU YGHOR E EU!

Experimento momentos únicos em Minha já longeva existência.
O assolador diagnóstico do DIABETES MELITO produziu uma cascata de alterações nas mais diversas facetas que compõem a rotina deste ANOSO e bem-humorado e pobre e aposentado policial.
Prazer MAIOR por mais de CINCO DÉCADAS, comer tornou-se um espartano e criterioso hábito.
Passado em REJÚBILO, este DELEGADO e HOMEM IMPROVÁVEL vivia para COMER.
Há VINTE E OITO longos dias, como para viver.
Com a nítida sensação que de GULA e FRAQUEZA vou morrer.
Do elástico universo de DELÍCIAS que ME apetecem - COCA-COLA, QUINDIM, LEITE CONDENSADO, CHOCOLATES e seus dulcíferos coirmãos - estou mais distantes do que CASAL na cama trás o PRIMEIRO ano de matrimônio.
As manhãs são marcadas pelo aterrorante momento da medição digital da nefanda GLICEMIA.
Tudo o que sempre odiei.
AGULHAS e TENSÃO!
Na de hoje, 147.
Uma tijolada no ESCROTO que, dadas às circunstâncias, encontra-se repleto do LÍQUIDO SEMINAL, uma vez que METER em tão sui generis PANO DE FUNDO, nem mesmo no mais nobre dos orifícios humanos, que, por ironia, também se aloja no fundo. ALHEIO.
O corpo todo dói.
A atividade física, antes relegada ao deus-dará e às calendas, figura em negrito na diária agenda.
Houve progressos, não há como redarguir.
Peso, cintura e, a se julgar pela MALEDICÊNCIA dos coevos - "CARA DE DOENTE", "CADÊ O BARRIGÃO?", "O DEFUNTO ERA MAIOR?" e outras perlíferas e encorajadoras assertivas - a ROTUNDA silhueta diminuíram substantivamente.
Em que pesem os ADJETIVOS.
Sim, diferentemente de MIM, as pessoas têm uma inata facilidade para elencar DESDOUROS e DOESTOS da vasta gama de elementos dessa para MIM tão querida classe gramatical de palavras.
O estado de espírito oscila. Os saltos ciclotímicos, felizmente, deparam-se em seus picos com duas das Minhas mais SALUTARES e razoáveis IDIOSSINCRASIAS.
Não levo aos píncaros as celebrações das MELHORAS.
E o BOM HUMOR repele profundos pesares frente aos reveses.
De certo, fica a certeza de que NÃO estou sozinho.
No afã de poupar a consorte COM CONSORTE, Cristiane Andrade, que ME há demonstrado ACRISOLADA parceria, choro as pitangas - E O SUCO DE LARANJA QUE NÃO POSSO MAIS SORVER - nas invariavelmente DOBRADAS ORELHAS do Meu MELHOR AMIGO.
Meu FILHO-CÃO!
YGHOR BHORIS ANDRADE DELLA ROSA.
Nossas repetidas escapadelas diuturnas com o escopo de ELE esvaziar a PIROCA virgem e o RABO rebolante e EU de mirar os RABOS REBOLANTES das meninas VIRGENS - RARIDADE! - e das com o lacre violado, vêm ME servindo como TERAPIA.
Choro a IRRESPONSABILIDADE de outrora.
Reflito sobre a imperiosa TENACIDADE de agora.
E ponho cada um e todos os DEMÔNIOS - aproveito para expelir os crescentes gases que a DIETA de COELHO a que esta ANTA ROSA está submetida GESTA - físicos, morais e, mormente, emocionais, que este ATEU VISCERAL - malditas genética e VÍSCERAS - traz dentro de si para FORA.
Valeu, FILHO-CÃO!
Vida longa, PAULO DELLA ROSA JUNIOR!